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Ferramentas de Pesca: Removedor de anzol Rapala RHR-1C



Este acessório é fundamental para o pescador ter em sua caixa de ferramentas para acompanhar suas pescarias. 

Um acessório desenvolvido pela Rapala que facilita e ajuda muito o pescador na hora de remover o anzol ou a garatéia do peixe.

O removedor de anzol da rapala possui haste alongada e é ideal para auxiliar na remoção dos anzois que o peixe engole, sem causar ferimentos graves que possam resultar na morte do exemplar.

Na parte superior possui um amolador de garatéias e anzois. O produto é fabricado em aço inox que evita a corrosão da água salgada. Suas hastes são emborrachadas aumentando a aderência acompanha. O produto vai conpanhado de uma alça de segurança.

Polícia Ambiental intensifica prevenção contra pesca no período da piracema no MS

Este mês a Polícia Militar Ambiental (PMA) está intensificando a fiscalização preventiva e repressiva contra a pesca predatória por causa da aproximação do período de piracema, que restringe a pesca em Mato Grosso do Sul.

De acordo com a PMA, há uma grande quantidade de pessoas que estão nos rios do Estado com objetivo de aproveitar os dias antes da piracema, que começa no próximo mês.

Do último final de semana até hoje, os policiais prenderam 14 pescadores utilizando petrechos proibidos. Conforme a PMA, a intenção é manter o máximo de equipes nos rios para prevenir a pesca predatória e prender os pescadores irregulares. Fonte:Correio do Estado

Nova Mutum abre inscrições para festival de pesca

Amantes da pesca já podem se inscrever na terceira edição do festival de pesca esportiva de Nova Mutum - PescMutum - que será realizado entre os dias 19 e 20 de setembro, na ponte do rio Arinos, cerca de 36 km de Nova Mutum (mesmo local da última edição). As inscrições podem ser feitas pelo site da prefeitura ou na Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo.

O vencedor levará um barco de 5 metros e um motor 15 HP. O 2º ganhará um motor 15 HP. Para o terceiro lugar, o prêmio será um barco de 5 metros. A premiação vai até o 10° colocado e é composta por uma carretas geradores, motores elétricos e outros. Haverá ainda o sorteio de um barco entre os inscritos.

Nesta edição -etapa válida também pelo sexto campeonato estadual de pesca- haverá ainda baile com uma banda da região, torneio de vôlei de praia e outras atrações. A expectativa da organização, conforme Só Notícias informou, é que seja superado o número de participantes da última edição, que reuniu pouco mais de 110 pessoas. Só Notícias

Descoberta nova espécie de Piau na Bacia do Rio Jequitinhonha

O monitoramento realizado pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) na bacia do rio Jequitinhonha resultou na descoberta de uma nova espécie de peixe, um piau de pequeno porte, com cerca de 10 cm de comprimento, caracterizado pela presença de máculas (bolas) pretas grandes e médias distribuídas pela lateral de seu corpo.

O biólogo Francisco Andrade Neto realizou a captura da nova espécie no córrego Vacaria, um afluente do Jequitinhonha, localizado em Padre Carvalho, no Norte de Minas, dentro das ações de monitoramento do Programa Peixe Vivo, criado para preservar os peixes das bacias hidrográficas onde a Cemig tem usinas. Segundo Francisco, a distribuição da nova espécie deve ser restrita, pois o piau foi capturado seis vezes, sempre na mesma localidade.

Para descrever cientificamente o novo piau, foram adotados critérios como o número de escamas e dentes, que o diferenciam das demais espécies já conhecidas. A descrição está sendo realizada por pesquisadores da Fundação Biodiversitas, do Departamento de Zoologia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) e da Cemig.

Já se sabe que a espécie faz parte do gênero leporinus e pertence a um grupo com sete espécies já catalogadas: seis restritas à bacia Amazônica e do rio Orenoco e outra endêmica da bacia do rio São Francisco, no Alto Paracatu (MG)

ISCA ARTIFICIAL MINHOCA

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Pescadores pedem fim da Portaria 171 do Ibama

Durante reunião da Comissão de Pesca e Aquicultura da Assembleia Legislativa, na manhã de hoje (29), que foi presidida pelo deputado Darci de Matos (DEM), a Colônia de Pescadores Z-11, de Florianópolis, solicitou que o Parlamento revogue a Portaria nº 171 do Ibama, de 2008, válida para a pesca da tainha em 2009.
Essa portaria impede que as embarcações de pesca artesanal operem a menos de 1.800 metros da praia, o que, segundo Ari Santana, presidente da Z-11, causa grandes transtornos e prejuízos aos pescadores dessa modalidade.
Eles querem que sejam aplicadas as normas da portaria anterior, que estabelece em 800 metros a distância do balizamento. “Queremos que a federação dos pescadores faça as demarcações e o balizamento nas áreas de maior atrito com as colônias de pescadores e as partes envolvidas”, declarou Santana.
Este ano, a pesca da tainha começa no próximo dia 15 de maio e, para evitar confrontos, a Federação dos Pescadores de Santa Catarina solicitou ao Ibama, através da comissão, o fornecimento de 300 bóias para a sinalização. “Com essas bóias e a demarcação dos 800 metros teremos uma pesca tranquila, o que vai impedir atritos entre a pesca de malha e a de rede de arrastão de praia”, afirmou o presidente da entidade, Ivo da Silva.
O superintendente do IBAMA em Santa Catarina, Américo Tunes, disse que o órgão vai trabalhar de forma efetiva na fiscalização. “Mas não vou trabalhar para dirimir conflitos entre os pescadores.” Para o deputado Edison Andrino (PMDB), o balizamento deve ser feito de acordo com cada região. “Caso contrário, teremos problemas na safra da tainha deste ano.” O deputado Darci de Matos disse que a comissão encaminhará ao governo os pedidos levantados durante o encontro. “Precisamos dar condições de sobrevivência aos pescadores, mas também temos a preocupação com a preservação”, afirmou.



Fonte:Correio da Ilha

Californiano pesca peixe de mais de 440 kg

Um pescador californiano capturou ontem um peixe de mais de 440 kg, o segundo maior da história do Hawaiian International Billfish Tournament, um campeonato realizado há 49 anos no Estado americano do Havaí.

- É um magnífico peixe. O que mais se pode dizer? - declarou Robert Dudley, o sortudo pescador. Ele levou aproximadamente 2 horas e 20 minutos para capturar o marlim, mas ainda não garantiu o título deste ano, já que a competição não terminou.

O único animal maior já pescado na história do torneio pesava mais de 480 kg e foi capturado em 1986. A competição anual reúne pescadores de locais distantes como Nova Zelândia, Portugal, África do Sul, Japão e Papua Nova Guiné.

Este ano, 26 equipes disputam o título de quem pesca o maior peixe até a próxima sexta-feira. Fonte da Notícia:JB Online.Terra

Anzol garatéia

Agrupamento de anzóis geralmente em número de três no formato de âncora, utilizadas com iscas artifíciais, apesar de muitos pescadores utilizarem as garatéias para pescar com iscas vivas.

A escolha de garatéias, além dos mesmos fatores da escolha de anzóis, depende de alguns outros necessários para o correto trabalho da isca artificial. O peso da garatéia influenciará diferentemente na flutuabilidade da isca, bem como o tamanho fará com que o trabalho de cada isca seja melhor ou pior. Por isso, ao se comprar garatéias deve-se atentar aos seguintes fatores:

Tamanho da garatéia em relação à isca artificial. O pescador experiente saberá exatamente o tamanho da garatéia para poder trabalhar melhor a isca.

Peso da garatéia em ralação à isca artificial.

Resistência da garatéia em relação ao peixe que se pretende pescar

Qualidade das pontas dos anzóis que compõem a garatéia

Resistência da garatéia em relação à corrosão

Todos esses fatores agrupados farão com que o trabalho, a durabilidade e a produtividade do seu equipamento sejam aproveitados da melhor forma possível.

Uma dica importante para os amigos pescadores e que pescam com garatéia é não esquecer do "protetor de garatéia". A garatéia tem o dom de se atrair e de se enroscar uma na outra ou em outros equipamentos dentro da caixa.

Se por acaso não encontrar o protetor de garatéia no mercado para comprar, vai uma dica aqui muito fácil de confeccionar. Basta um pouco de criatividade que é o que não falta para o pescador.

Enconte um pedaço de isopor mede altura e largura da garatéia e corte o isopor.Faça os cortes internos para encaixar a agaratéia. Certamente o equipamento será de baixo custo e trará muito mais prazer ao pescador, que irá trabalhar com equipamento confeccionado por ele próprio.

Tenham uma ótima pescaria....

Iscas Artificiais

Isca artificial - é todo e qualquer implemento, fabricado pelo homem a fim de simular os alimentos naturais dos peixes. Buscam imitar os principais alimentos dos peixes, quer seja por formatos, movimentos, sons, cores e aromas.É importante usar combinações destes fatores para subtrair o máximo de eficiência de cada modelo ou tipo diferente.

Camarpo-O camarpo artificial foi feito para substituir o camarpo vivo, com a vantagem de não precisar trocar a isca toda hora.Ele serve para pesca de robalos, pescadas, corvinas e outros peixes de água salgada. Pode ser utilizado na pesca vertical ou na pesca horizontal, próximo aos mangues.

Colheres - São iscas de corpo metálico ou sintético, dotadas de garatéias, anzol simples ou anzol anti-enrosco (weedless). São extremamente versáteis, de fácil trabalho e bom peso de arremesso. Após o arremesso, recolha a linha numa velocidade tal que a isca apenas oscile, num movimento semi-giratório. Ao contrário do que alguns novatos pensam, a colher nunca deve girar no próprio eixo.

Spinners - Os spinners são iscas artificiais dotadas de lâminas metálicas, que giram em torno de uma haste. Emitem reflexos e vibrações extremamente atrativas aos peixes predadores. Arremesse e deixe que atinja a profundidade desejada. Recolha contínuamente ou dando pequenos toques para um trabalho errático. Analise a situação e varie também a velocidade de recolhimento. Para trabalhar próximo à superfície, altere a posição da vara para 75º recolhendo mais rápido. Vara baixa e recolhimento mais lento favorece um trabalho em profundidade maior.

Spinner-Baits - São iscas extremamente versáteis devido à possibilidade de trabalhar em diversas profundidades e nos mais variados tipos de estruturas aquáticas. É praticamente à prova de enrosco. Após o arremesso, deixe atingir a profundidade desejada e recolha contínuamente, fazendo trabalhar entre as estruturas aquáticas. Uma boa variação é executar um recolhimento intermitente, variando a posição da vara.

Poper - São modelos dotados de uma espécie de boca, cujo objetivo é de produzir ruídos (quando trabalhados pelo pescador) de um peixe caçando ou algum tipo de vida que eventualmente possa se manter a superfície (rã), estes modelos podem ser ou não articulados.

Hélice - Estas iscas são dotadas de hélices, podendo ter um ou mais destes artefatos, que quando trabalhados procuram imitar sons de um inseto a se debates na água ou pequenos peixes caçando ou se debatendo na flor d'água.

Zara - São iscas que pela sua forma clássica de trabalho (em forma de Z), exige bastante técnica do pescador, pois dependendo da velocidade do trabalho aplicado à isca, poderá produzir sons e movimentos que imitam pequenos animais, como cobras, roedores e até mesmo um peixe agonizando.

Stick - Iscas que apresentam em sua parte traseira um peso que funciona como um lastro para mantê-la em posição vertical a linha d'água e tem por finalidade imitar na maioria das vezes um peixe ferido ou caçando.

Jigs - Os jigs são iscas que tem uma cabeça metálica e um penacho colorido.Esta é uma isca de fundo e pode ser trabalhada com recolhimento contínuo ou com toques. É eficiente para pesca de tucunarés e robalos.

Jumping Jig - é uma isca de fundo. Ela é muito utilizada na pesca vertical, mas também pode ser utilizada na horizontal. Originalmente era utilizada para pesca e grandes peixes no mar, mas agora esta sendo muito utilizada também na pesca horizontal em pesqueiros. Os jigs variam de 15 a 400 gramas e podem atrair robalos, anchovas, atum, pacu, pintado, wahoo, entre outros.

Miçanga - A miçanga é uma isca muito utilizada em pesqueiros para Tambaquis e Matrinxãs. Ela imita a ração e, por isso, deve ser utilizada em conjunto com uma bóia cevadeira.

Mosca artificial - A mosca é a isca utilizada no Fly Fishing (Pesca com mosca).Elas podem ser facilmente confeccionadas pelo próprio pescador e dão bons resultados para trutra, salmão, tilápia, piraputangas e até robalos.

Plug de barbela - As iscas de barbelas foram feitas para atingir profundidades maiores. Quanto maior a barbela, mais fundo a isca trabalha e, desta forma, pode buscar os peixes mais no fundo.O trabalho da isca consiste em pequenos toques para que a isca afunde. Eles podem ser pausados ou contínuos.

Piraiba o rei da Amazônia

Peixe de grande porte, seguramente o maior dos silurídeos brasileiros, corpo acinzentado escuro acima da linha lateral e mais claro abaixo desta, cabeça e boca muito grandes com maxilar superior proeminente e barbilhões sensoriais. Pode ultrapassar 2m de comprimento e pesar mais de 200 Kg. Quando menores que 50/60Kg, são chamados filhotes.

É o maior peixe de água doce do Brasil. Existe apenas na Bacia Amazônica em canais de grandes rios. Gosta também de freqüentar a barra de rios de menor porte para espreitar suas presas.

O equipamento a ser utilizado deve ser de ação extra-pesada, com varas curtas e firmes. As carretilhas devem armazenar pelo menos 100 de linha com resistência mínima de 50Lbs. Utilize como isca pequenos peixes e, para que a isca toque o fundo, faça uso da quantidade certa de chumbo.Iscas de peixes, pesando de 1 a 6kg, como, por exemplo, matrinxã, cachorra ou piranha.

Durante várias épocas do ano, é possível observar as piraíbas no canal dos rios, bem na superfície da água, mas não são capturadas. Na Amazônia, os caboclos costumam pescar esse peixe na confluência dos rios. Amarram na canoa uma corda bem forte e anzol grande, iscado com um peixe de médio porte e ficam aguardando a chegada do peixe, que, quando fisgado, pode rebocar a canoa por vários quilômetros. Dependendo da força e tamanho do peixe é necessário cortar a corda para a canoa não virar.

Curimatã

Existem mais de 20 espécies de vários tamanhos médios em todas as regiões do Brasil, as maiores como a curimatã-pacu pode chegar a 60cm. a atingir mais de 8 quilos. Nem todas as espécies tem interesse econômico mas em geral é peixe bastante apreciado na culinária pelo sabor exuberante e na pesca esportiva pela dificuldade de captura. Alimenta de sedimentos orgânicos e vegetais. É peixe de desova total e realiza a piracema, que é a corrida dos peixes em direção às nascentes dos rios na época da reprodução.

Peixes de escamas. A coloração é prateada, o tamanho é médio e a principal característica é a boca protrátil, em forma de ventosa, com lábios carnosos, sobre os quais estão implantados numerosos dentes diminutos dispostos em fileira.

Espécies detritívoras, alimentam-se de matéria orgânica e microorganismos associados à lama do fundo de lagos e margens de rios. Realizam longas migrações para reprodução.

A pesca é praticada principalmente nos barrancos de beira do rio com equipamentos simples. As varas são de bambu, variando de 2 a 4m. A linha, geralmente uns 50cm maior que a vara, são de 0,30 a 0,4Omm. Os anzóis são pequenos e finos para facilitar a fisgada. A melhor isca é a massa de farinha de trigo iscada no anzol até a metade do colo. Deve ser consistente, nem muito dura, nem mole demais.

Peixe Espada

Nomes populares: Espadão,Cara preta, Sabre, entre outros.

Como todo peixe predador, o espada é pescado utilizando-se iscas artificiais na modalidade de corrico e através da utilização de iscas naturais (parati ou sardinha) na modalidade pesca "fundeada" ou "de espera". A primeira modalidade é sem dúvida a mais emocionante e esportiva.

É comum pescarmos de corrico através da utilização de embarcações para fazermos o costeio ao redor de ilhas, recifes e costões. Para isto, soltamos duas ou mais iscas artificiais a uma distância entre 50e 80 metros do barco, com este se movimentando a uma velocidade entre 8 e 12.

O espada aparece em cardumes que ficam flutuando de cabeça para cima no mar a espera de suas vítimas. Quando capturados, dão saltos espetaculares, porém cansam, logo e se entregam. É preciso bastante cuidado ao retirar-se o anzol ou garatéia de sua boca que é provida de dentes afiados e perigosos. No verão, a pesca com bóias luminosas, utilizando-se como iscas o parati e a sardinha.

O espada pode atingir até 2 metros de comprimento e a pesar 4kg. O maior exemplar que pegamos tinha 1,8 metro de comprimento e pesou 2,5 kg. Durante o período do verão, já capturamos dezenas de peixes espada, pescando durante à noite com bóias luminosas.

Marlin Azul

O marlin azul é o desafio do pescador amador na pesca oceânica. Possui muita força além do peso descomunal. Dá incríveis saltos quando fisgado e toma linha com uma facilidade enorme. Os maiores exemplares gostam de brigar mais no fundo, mas vêm a superfície tomar fôlego.

Para pescá-lo é preciso material muito pesado, com carretilha que suporte no mínimo 500m de linha adequada. Tanto a pesca deste como a dos outros oceânicos é feita através do corrico, isto é, dá-se voltas pelo pesqueiro até localizar o peixe. As iscas usadas são as mesmas do marlin branco, entre outros peixes. Às vezes quando se está atrás de um grande marlin, chega-se a usar até um atum de 8 a 10kg para capturá-lo. A melhor época para se pescá-lo é durante o verão quando a temperatura da água atinge mais ou menos 26-28 graus.

A embarcação para capturar o animal esportivamente, deve ser apropriada, com cadeira e suporte de vara, pois a luta leva tempo e não raro ultrapassa 3-4 horas. Basta dizer que o pescador que capturou o peixe que hoje é o recorde mundial, ficou nada menos que 7 horas com o bichão na linha! Sem contar que a força foi tamanha que despregou a cadeira do barco e a mesma teve de ser amarrada por trás, junto da geladeira. Os mares de Rio de Janeiro, Bahia e Espírito Santo, são os mais indicados para a captura de exemplares. Se for tentar pescar um animal destes, consulte primeiro alguém experiente do local e informe-se melhor sobre as épocas e pesqueiros. Para pegar um grande marlin, primeiro você precisa ter um pouco de experiência na pesca oceânica e um pouco de malícia. Deve-se esperar que o peixe primeiro engula a isca e não fisgar quando ele a coloca na boca como de costume. Após o peixe engulir a isca, fisgue com firmeza, pois na maioria das vezes estes peixes regurgitam o estômago para se libertarem do anzol.

Equipamentos que devem estar na caixa de pesca

Hoje vamos relacionar alguns objetos e equipamentos que não podem faltar em sua caixa de pesca. Até saber qual é o seu estilo de pesca, é melhor comprar só o que é básico e funciona em qualquer situação

Em primeiro lugar é saber escolher a caixa de pesca que seja ideal ao seu perfil de pescador. Um dos primeiros desejos do pescador esportivo ao iniciar-se no esporte é montar a sua caixa de pesca. É natural que tenha muitos desejos, mas também muitas dúvidas. Não adianta comprar tudo que avistar na loja de vendas de equipamentos de pesca que seguramente estará jogando dinheiro fora.

Mas não é fácil definir exatamente o que comprar, até porque há vários estilos de pesca e a caixa deveria refletir cada um destes estilos. Não da para dizer que a mesma caixa serve para quem pesca com isca natural e quem pesca com isca artificial, ou água doce e salgada. Vamos tentar fazer, porém, o check list de uma caixa genérica que atenda, pelo menos em parte, a quase todos os estilos de pesca. Abaixo a lista dos equipamentos:

-Alicate pega-peixe: para contenção do peixe

-Alicate de bico: para retirada de anzóis, corte de linha, troca de garatéias etc.

-Lanterna: com pilhas reservas

-Faca ou canivete: para cortar linha, filetar peixe, preparar uma isca, etc.

-Protetor solar: garantia para a pescaria não acabar mais cedo

-Repelente de insetos: lave sempre as mãos após o uso

-Capa de chuva: prefiro as de duas peças, calça e casaco

-Lima: anzóis amolados fisgam melhor

-Anzóis variados: conserve bem para não enferrujar

-Chumbos variados: de 10 a 30grs

-Encastoado de aço: para peixes que cortam a linha

-Óculos polarizados: por segurança e para aumentar o prazer e a produtividade

-Iscas artificiais: umas quatro, entre colheres e iscas de meia-água, por serem mais produtivas

-Linha: como reserva da que estiver utilizando

-Presilha: (snaps, grampo, etc.) para iscas artificiais: facilita a troca e dá mais naturalidade

-Giradores: em águas mais movimentadas evita torcer a linha

-Licença de pesca: obrigatória em todo território nacional

-Pequena caixa de primeiros socorros: anti-séptico, gaze, tesoura, bandaid, esparadrapo e alguns comprimidos de uso comum

-Máquina fotográfica: com pilhas reserva e filmes ou cartão no caso das digitais

-Toalha de mão: para enxugar o suor, limpar os óculos etc.

Marlin branco

O marlin branco é um dos peixes mais esportivos do Brasil e também muito presente em nossas águas. Têm presença garantida desde o sul até o nordeste do país. Vive em grandes profundidades, subindo à superfície para se alimentar. Não chega a pesar tanto quanto seu parente, marlin azul, mas pode atingir até 160 kg e passar de 2m de comprimento.

Possui hábitos alimentares variados e usa seu bico para ferir as vítimas para depois comê-las. Um verdadeiro espadachim. Pode ser pescado em épocas que vão desde o verão até o inverno em algumas regiões.

Assim como a maioria dos oceânicos, prefere águas quentes com temperatura em torno dos 27 graus. Pode ser pescado com iscas artificiais de lulas ou peixes, mas também é muito utilizada a natural, tendo o farnangaio como protagonista. Lulas e cavalinhas também são boas alternativas.

O Pirarucu e Suas Lendas

O Pirarucu é sempre citado como o maior peixe de água doce, o pirarucu possui escamas grossas. Carnívoro é um dos poucos predadores naturais das temidas piranhas, sua coloração pode variar de marrom claro para quase preto. Esse peixe é encontrado nos rios da parte setentrional da América do Sul. Nada nas águas rasas e sobe periodicamente à superfície para engolir ar. Possui uma bexiga natatória que utiliza como um pulmão, aproveitando o oxigênio do ar.

Ele pode atingir mais de 2 m de comprimento e pesar até 200 kg. Para suas crias constrói um ninho de aproximadamente 15 cm de profundidade por 50 de largura nos fundos aeronos dos rios. Desova de dezembro a junho. E guarda seus ovos e filhotes. A carne do pirarucu é muito macia e é usada em diversos pratos típicos da Amazônia. Pode ser preparado de diversas maneiras. Sua carne é muitas vezes salgada e seca.

No Brasil o pirarucu é um peixe exclusivo da Bacia Amazônica e vive nas águas calmas e lagos inundados de uma determinada região, mas pode ser encontrado também em rios de correnteza moderada. Ele gosta de águas claras, brancas ou escuras e com temperaturas variando entre 24°C a 37°C. O pirarucu é encontrado também na Austrália e na África.

Lendas sobre o aparecimento do pirarucu são inúmeras, uma delas conta que este peixe era um índio da à tribo dos Uaiás habitante das planícies de Lábrea no sudoeste da Amazônia. Ele era um bravo guerreiro, mas tinha um coração perverso, mesmo sendo filho Pindarô, o chefe da tribo. Um homem bom e amigo de toda a tribo. Um dia, enquanto seu pai fazia uma visita amigável a tribos vizinhas, Pirarucu se aproveitou da ocasião e tomou como reféns os índios da aldeia e executou-os sem motivo. Um dia Tupã, o deus dos deuses cansado de ser criticado por Pirarucu e de ver suas maldades decidiu puni-lo. Pirarucu foi transformado num grande peixe que sumiu nas profundezas do rio Tocantins mas durante muito tempo foi o terror da região.

Carpa

A carpa é um peixe de água doce de origem asiática. Vivem em rios e represas sendo encontradas nas regiões sul e sudeste do Brasil. Existem várias espécies de Carpa, como por exemplo: Carpa Capim, Carpa Húngara, Carpa Cabeça Grande, Carpa Comum, Carpa Chinesa, etc. Existe também as carpas coloridas que são usadas para participação em concursos. Estas carpas são originárias do Japão onde surgiram depois do cruzamento entre várias espécies.

A carpa é um peixe muito dócil sociável e pode até comer em nossas mãos. Algumas aprendem a atender ao chamado do dono através de um apelido para alimentá-las.

A carpa é o peixe mais cultivado no mundo e sua criação é relativamente simples. Costuma desovar em tanques e açúdes em raízes de árvores ou de plantas aquáticas.

Para pescar a carpa deve-se utilizar equipamento de ação média, composto por vara para linhas de 8 a 17 Lbs, carretilha ou molinete com capacidade para 70m de linha com 0,40mm de diâmetro e anzóis tipo maruseigo de tamanho 1/0 a 3/0.

Pode-se pescar tanto de fundo como com bóia, sendo que as melhores iscas e massas de mandioca com um pouco de sal e queijo. Misture junto com as massas de farinha queijo ralado, mel, amendoim, batata doce, miúdos de frango, queijo, salsicha, mortadela etc. Para atrair o peixe basta fazer uma ceva com massas e as carpas como são peixes dóceis vem até a superfície para se alimentar.

Tucunaré

O ambiente natural do tucunaré são os afluentes do Rio Amazonas de águas alcalinas, como por exemplo os Rio Negro e afluentes, Rio Sucunduri, Rio Uatumã entre vários outros. O tucunaré-açu não tolera águas sedimentares ou barrentas como a do rio amazonas e madeira.Vários tipos de Tucunaré freqüentam os rios da Amazônia, os mais conhecidos são chamados de Açu, Paca, Pitanga, e Borboleta, tem como características em comum a pele amarelada e um circulo no rabo semelhante a um olho.

O Tucunaré é um peixe de escamas, com corpo alongado e estreito. A coloração é amarela-esverdeada, o dorso é escuro e o ventre, branco. Apresenta manchas e pintas, que variam de tamanho e cor conforme a espécie. A distribuição geográfica ocorre nas bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins.

São peixes predadores, com atividades diurnas, que alimentam-se preferencialmente de peixes e crustáceos. Os Tucunarés formam casais e se reproduzem somente em rios, onde a água é corrente.Os machos podem atingir até 14 kg, as fêmeas chegam a 8 kg, mas o mais comum são peixes na faixa de 5 a 8 kg

A pesca do tucunaré-açu com iscas artificiais é considerada o máximo da pesca esportiva no Brasil e no mundo, prova é a enorme quantidade de pescadores esportivos de todo mundo que anualmente freqüentam a Amazônia em busca de dos gigantes açus, como são carinhosamente chamados.

Entre os alimentos prediletos estão os camarões e pequenos peixes. As iscas artificiais como Plugs de superfície, colheres e spinners, também são aproveitadas. Já as iscas de fundo são recomendadas em dias mais frios, pois dificilmente os Tucunarés sobem até a superfície para atacar. As varas são de porte médio ou pesado, com linhas de 17 a 30 libras e anzóis de 2/0 a 10/0. O arranque com linha grossa é recomendado aos pescadores, para evitar a perda do peixe nas galhadas.

Geralmente é escolhido um bom local para a pesca que pode ser moitas de vegetações aquáticas, galhadas na margem e lajeados de pedras. Os arremessos devem ser do centro para a margem, lançando a isca nas beiras dos abrigos para os peixes.

Em dias frios, água transparente, com ventos fortes, o tucunaré pode ser encontrado em águas mais profundas, assim determina-se qual isca utilizar, Como toda regra tem exceção, deve-se utilizar variações de iscas para obter melhores resultados.

Pesca ao Mandi

O mandi tem com características o corpo alto no início da nadadeira dorsal, afunilando em direção à cabeça e à nadadeira caudal é de coloração variada conforme a espécie. Acúleos fortes e agudos nas NADADEIRAS dorsal e peitoral são comuns a todas elas.

O Pimelodus maculatus, é de coloração parda alvacenta clareando em direção ao ventre branco. Apresenta várias fileiras de manchas escuras irregulares ao longo do corpo e pintas também escuras nas nadadeiras pode atingir 50 Cm de comprimento.

Nas Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins, vive o P. blochii, de formato semelhante mais de coloração amarelada e sem pintas ou manchas e de tamanho menor atingindo no máximo 30Cm

São encontrados com facilidade na Bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins, Prata e SÃO FRANCISCO, onde se alimentam de pequenos peixes, invertebrados, frutos e sementes.

Para pescar o mandi recomenda-se varas leves ou médias, linhas 10 a 14Lb e anzóis até 2/0.

As iscas mais apropriadas para se pescar o mandi são: minhocas, peixes pequenos ou em pedaços,pedaços de queijo.

O mandi é um peixe que pode ser pescado durante todo o ano, respeitando-se, é claro, o tamanho mínimo e a época da Piracema. Pratique a pesca esportiva e proteja a natureza.

Como Pescar o Jaú

Jaú fisgado por Rosangela e tirado do rio por Geraldo, na Cachoeira das Sete Quedas, no Rio Teles Pires.Peixe: Jaú Peso: 40 kg Cidade da pescaria: Alta Floresta - MT

O jaú é um peixe de couro de grande porte, podendo alcançar 1,5 metros e passar dos 100 kg de peso. Sua carne é de excelente qualidade, e muito apreciada. A segunda maior espécie de bagre da AMÉRICA DO SUL. Este peixe apresenta corpo roliço, a cabeça, larga, é levemente comprimida na região anterior.

A boca é bem ampla, o que possibilita a captura de grandes presas. A coloração do dorso é escura, enegrecida ou amarronzada, assim como os flancos, só que estes são um pouco mais claros. O ventre achatado é creme ou amarelo sujo.

Os pescadores amadores esportistas, o nome Jaú é sinônimo de força. O Jaú é um peixe de hábitos noturnos, mas de dia a melhor hora para pescá-lo é das 10hs até 14:00ha. As melhores iscas para pescar o Jaú são: minhocuçu e o piau vivo. Muitos pescadores de jaú usam o cascudo, mas antes de isca-lo é importante esmagar sua cabeça pois ele solta um óleo que atraí o jaú.

Para pescar o Jaú, procure os maiores e mais fundos poços de preferência com pedreira, porque é onde mora o BICHO. Na hora da fisgada, se ele entocar, pode ficar esperando com a linha esticada por que ele vai no enrosco.

Outro lugar muito bom são as corredeiras fundas: poite no meio do rio e quando você ferrar o jaú e ele partir rio abaixo e você não conseguir puxá-lo solte o barco e acompanhe até o peixe se entregar. Tome mito cuidado ao embarcá-lo pois próximo ao barco o jaú oferece muita resistência.

Preserve a natureza e pratique a pesca esportiva. Muitos pescadores estão aderindo a prática da pesca esportiva. Sejamos nós tambem um protetor da natureza. Leve somente o necessário e nossos rios sempre terão muitos peixes.

Pesca no Rio Paraná em Foz do Iguaçu e Argentina

A cidade de Foz do Iguaçu é uma região privilegiada por estar cercada por grandes rios e pelo lago de Itaipú. Esta obra da NATUREZA proporciona aos pescadores praticar todas as técnicas da pesca esportiva, utilizando iscas naturais ou artificiais.

Empresas de turismo oferece aos pescadores esportivos pacotes de pesca e o que for necessário para prática da pesca em Foz do Iguaçu e também no lado da Argentina.Os pescadores podem contar com excelentes hotéis ou pousadas de muita qualidade, restaurantes, lanchas e barcos modernos, iscas vivas e artificiais, material de pesca envolvendo carretilhas, molinetes, caniços, etc. A pesca esportiva é bem explorada no RIO PARANÁ, onde é possível encontrar peixes das mais variadas espécies como o dourado, pacu, piaparas, piau, jaú, pintado etc.

A prática da pesca no rio Iguaçu próximo ao Parque Nacional do Iguaçu, é proibida por estar em uma área ambiental protegida por lei, sendo liberada somente no trecho do leito abaixo das Cataratas do Iguaçu.

O turista e pescador que vier a Foz do Iguaçu poderá trazer a família que todos certamente terão muito que visitar. Foz é uma cidade que faz fronteira com o Paraguai e Argentina e pode-se atravessar a ponte e fazer as compras com preços acessíveis nos países visinhos. Pode-se ainda fazer belos passeios pelo Parque do Iguaçu, conhecer a Itaipu Binacional e visitar as belezas das Cataras do Iguaçú entre tantos outros atrativos.