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Traíra - equipamentos de pesca e iscas para pescar este peixe delicioso

Alicate pega peixe

Hoje vamos passar alguma dicas de como devemos nos comportar na pescaria da Traíra.

O bom pescador sabe para que possa realizar um pescaria de sucesso tem quem fazer um estudo minucioso do ambiente onde se encontra o peixe, profundidade do rio ou represa e principalmente a temperatura da água.A temperatura da água é essencial para sabermos como devemos manter a isca. Se a temperatura da água estiver quente use iscas de superfície para tal e iscas de meia água ou fundo para água fria ou dia com muito vento.

A traíra ê um peixe considerado nervoso, sendo assim cabe a nós pescadores usar iscas barulhentas (JumppingMinow, Hélice, Popper) ou iscas que produzam bastante vibração (Spinner, SpinnerBait, Rattlin) isso irá "irritá-la" e fazer com que ela ataque a sua isca.

Após lançar a isca na água venha recolhendo lentamente pois a traíra é um peixe relativamente lento, principalmente se a água estiver fria. De preferência arremesse a isca próximo a barrancos, galhadas, lugares mais sujos que é onde elas preferem ficar.

De repetidos arremessos nos lugares onde costumam ficar pois nem sempre costumam atacar no primeiro arremesso. Se por acaso tentou fisgá-la mais não foi feliz, imediatamente arremesse novamente no mesmo lugar, pois raramente ela vai embora.

Quando for pescar traíra é bom ir equipado com um bom alicate para segurar o peixe e retirá-lo do anzol. Ela é muito difícil de tirar com a mão e como tem dentes afiados sua mordida é forte e causa muita dor. Leia também:

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Atriz Hayden Panettiere de Heroes contra pesca de baleias e golfinhos

Porta Isca

Hayden Panettiere atriz de Heroes, além de ótima profissional, muito bonita, tem um papel muito importante em defesa das baleias e golfinhos.

No ano passado a atriz Hayden se encontrou com embaixadores do Japão, Noruega e Islândia para levar suas reivindicações no que se refere a proteção das baleias e golfinhos que tem sido pouco controlada nestes países.

Hayden tem realmente defendido a idéia da preservação da espécie em questão. Para arrecadar fundos para uma instituição que tem apoiado a causa se diz disposta a abrir mão de roupas e vender algumas peças como blusas, calças, camisetas, vestidos, calçados e outros.

É legal quando vemos celebridades defendendo suas idéias com unhas e dentes. As pessoas comuns e principalmente os famosos pela facilidade como são ouvidos precisam fazer algo mais para contribuir e defender este patrimônio. Temos acompanhado alguns casos onde artistas, empresários e instituições estão se levantando em defesa da natureza.

Você tem feito algo para preservar a natureza? Gostaria de saber mesmo que fosse um ato muito simples.

Carretilha Fleming Juntador de Varas

Pescadores pedem fim da Portaria 171 do Ibama

Durante reunião da Comissão de Pesca e Aquicultura da Assembleia Legislativa, na manhã de hoje (29), que foi presidida pelo deputado Darci de Matos (DEM), a Colônia de Pescadores Z-11, de Florianópolis, solicitou que o Parlamento revogue a Portaria nº 171 do Ibama, de 2008, válida para a pesca da tainha em 2009.
Essa portaria impede que as embarcações de pesca artesanal operem a menos de 1.800 metros da praia, o que, segundo Ari Santana, presidente da Z-11, causa grandes transtornos e prejuízos aos pescadores dessa modalidade.
Eles querem que sejam aplicadas as normas da portaria anterior, que estabelece em 800 metros a distância do balizamento. “Queremos que a federação dos pescadores faça as demarcações e o balizamento nas áreas de maior atrito com as colônias de pescadores e as partes envolvidas”, declarou Santana.
Este ano, a pesca da tainha começa no próximo dia 15 de maio e, para evitar confrontos, a Federação dos Pescadores de Santa Catarina solicitou ao Ibama, através da comissão, o fornecimento de 300 bóias para a sinalização. “Com essas bóias e a demarcação dos 800 metros teremos uma pesca tranquila, o que vai impedir atritos entre a pesca de malha e a de rede de arrastão de praia”, afirmou o presidente da entidade, Ivo da Silva.
O superintendente do IBAMA em Santa Catarina, Américo Tunes, disse que o órgão vai trabalhar de forma efetiva na fiscalização. “Mas não vou trabalhar para dirimir conflitos entre os pescadores.” Para o deputado Edison Andrino (PMDB), o balizamento deve ser feito de acordo com cada região. “Caso contrário, teremos problemas na safra da tainha deste ano.” O deputado Darci de Matos disse que a comissão encaminhará ao governo os pedidos levantados durante o encontro. “Precisamos dar condições de sobrevivência aos pescadores, mas também temos a preocupação com a preservação”, afirmou.



Fonte:Correio da Ilha

O que é passaguá?

O puçá ou passaguá é usado com a finalidade de embarcar o peixe. É normalmente confeccionado em alumínio com rede de em fios de náilon. Ideal para retirar iscas vivas do viveiro. Seu corpo é constituído de um cabo de tamanho variável e um aro na extremidade, onde se prende uma rede cônica em forma de coador.

É uma ferramenta muito segura para que o pescador não perca o peixe na hora de tirar da água. Os pescadores que usam iscas artificiais devem optar pelos modelos de passaguá que tenham rede em monofilamento. Ela evita que as garatéias se prendam aos fios. A principal desvantagem do passaguá ou puçá é que ele pode remover o muco protetor da epiderme dos peixes.

Caso queira pesar o peixe, coloque o alicate com balança preso ao passaguá com o peixe, depois desconte o peso do passaguá vazio. Desta forma podemos pesar o peixe sem machucá-lo.

Para os pescadores que praticam a pesca esportiva o ideal é não usar nenhum equipamento para retirar o peixe da água. De preferência a pegá-lo somente com as mãos uma vez que este peixe voltará para água. Nossa preocupação é não soltar um peixe machucado, com lesões que poderão atrair doênças ou até mesmo provocar a sua morte.

Como existem situações em que o pescador precisa usar o recurso de um equipamento, é melhor saber sobre os métodos tradicionais, suas vantagens e desvantagens. Usar um passaguá de malhas bem finas também protege a saúde do peixe.

O Alicate com Balança é um Equipamento Essencial para o Pescador

O alicate é um dos objetos essenciais em uma pescaria e jamais poderá faltar nas tralhas de um bom pescador. Com o alicate fica mais fácil retirar o peixe d'água e assim não corremos o risco de o mesmo se bater na hora de retirá-lo e escapar.Com este objeto também não corremos o risco de sentir os dentes afiados de uma traíra, um pacú, um dourado porque nos oferece mais segurança para manuseá-lo.

No alicate vem incluso uma balança que pode variar de quantos kilos pode pesar. Com este recurso, imediatamente podemos saber se o peixe é de tamanho permido para se levar ou temos que soltá-lo.

Pescando Matrinxãs em Lucas do Rio Verde

A matrinxã é um peixe encontrado com certa facilidade nas águas amazónica. Gostam de frequentar as corredeiras dos rios onde capturam suas presas com certa facilidade. Eu diria com certeza que a mantrixã é um dos peixes mais esportivos pela voracidade com que ataca suas presas e iscas. Nunca vou esquecer uma aventura em Lucas do Rio Verde no mato Grosso onde fomos pescar no conhecido Rio Verde. Um rio estreito considerado estreito pela sua profundidade. Em algumas regiões, chega atingir, segundo moradores locais acima de 30 metros. As margens do rio ainda se preserva muito uma planta nativa da região chamada buriti, esses frutos maduros caem na água e serve de alimentos para os peixes, matrinxã, pacu e tucunaré. - Estávamos descendo o rio de barco eu meu irmão Anézio, meu primo Paulo, devidamente equipados para pesca com coletes salva-vidas, molinete, iscas artificiais etc. Descemos pelo meio do rio e íamos arremessando sentido ao barranco debaixo dos pés de buriti, tomando as devidas precauções com o enrosco. Com o o barco descendo na correnteza se o anzol enroscar existe o perigo do mesmo se soltar bruscamente vindo atingir o pescador. - Arremessei debaixo das árvores frutíferas, trabalhando os plugs com pequenos toques para provocar o ataque do peixe. - O Paulo arremessou quase no mesmo instante mais perto do barranco. A matrinxã não se rogou e com toda força atacou. Não deu outra, estava pego. Que maravilha de peixe brigador, provocando fortes corridas e saltos ornamentais fora dàgua. Fomos conseguir parar o barco e retirá-lo a dois mil metros rio abaixo num grande remanso acima de uma pequena ilha. Foram seis kilos de pura emoção e com certeza uma pesca inesquecível. Fisgamos vários exemplares um pouco menores, mas tivemos a certeza que a matrinxã é sem dúvida um dos melhores peixe para quem gosta de pesca esportiva. Depois da pesca saboreamos várias receitas locais, afinal pescador também come.

Pescadores Cuidado com a Febre Amarela

Apesar de cinco pessoas já terem morrido vítimas da febre amarela neste ano no Brasil e existir vários casos suspeitos, os pescadores de Bauru consultados pelo JC não pensam em mudar os planos de viajar para o Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Acostumados a pescar em áreas de mata e enfrentar mosquitos, eles dizem que tomam a vacina e não há risco de contrair a doença. Aposentado, Fernando Lucilha Júnior está com pescaria no Mato Grosso programada para setembro, com um grupo de amigos. E antes, na próxima semana, ele pretende ir para Goiás, área de risco, acompanhar a filha e o neto que moram lá, mas estão em Bauru. “Só vou tomar a vacina antes porque a minha está vencida. Minha filha e meu neto, que moram em Goiás Velho, já tomaram a vacina lá”, comenta o pescador. Outro que não mudou os planos é o aposentado, pescador e contador de histórias Eurico de Oliveira. “Estou programando ir pescar em Rosana, que fica na divisa com o Mato Grosso, em março. Antes vou tomar a vacina de novo porque a minha está vencida”, relata. Também pescador, Eupídio Lima, que toma a vacina contra a febre amarela, tem duas pescarias programadas para este ano e diz que a doença não vai atrapalhar seus planos. Ieda Rodrigues - jcnet.com.br

Colete Salva-vidas - Uso Obrigatório

A conscientização da importância do uso efetivo de coletes salva-vidas em embarcações miúdas e de pequeno porte é de suma importãncia para salvar vítimas de acidentes nos rios, lagos e mares que tem se tornado frequente nesta época do ano. As colisões, abalroamentos e emborcamentos, na atividade de esporte e recreio, ocorrem subitamente, havendo pouco tempo para vestir o colete salva-vidas antes da queda na água, muitas vezes estando a vítima desacordada. É necessário que as pessoas tenham consciência do perigo que estão correndo ao adentrarem as águas sem as devidas precauções. Temos que tomar o maior cuidado no sentido de cuidar das crianças, inclusive nas piscinas e praias onde o aglomerado de pessoas é grande e o número de salva vidas se torna pouco para tantas pessoas. Hoje encontra-se nas lojas do gênero, coletes salva-vidas para crianças ao preço de até R$12,00 e adulto ao preço médio de R$40,00. Este é o preço de uma vida. Não vale a pena arriscar por tão pouco, e chorar o resto da vida a saudade de um ente querido, um amigo, um parente etc...