Dicionário de pesca para o pescador amador e curioso
Pescadora de 85 anos pesca marlin negro de quase 400 kg
Pirarara - Um dos peixes mais coloridos da Amazônia
Pescador entra em rio e pega pintado de 25 kg no braço

(Foto: Luciano Mochi/Arquivo pessoal)
Martins conta que aproveitava os últimos dias antes da piracema em Ivinhema, a 297 quilômetros de Campo Grande.
Festival de Pesca de Sorriso será realizado em setembro no Teles Pires
Receita deliciosa de lambaris fritos com queijo derretido
Americano bate recorde ao pescar peixe de quase 184 quilos
Segundo reportagem da emissora de TV "CBS 8". A marca ainda precisa ser ratificada pela Associação Internacional de Pesca Esportiva.

Campeonato de Pesca espera reunir 4 mil pessoas em Corumbá
Ferramentas de Pesca: Removedor de anzol Rapala RHR-1C
O removedor de anzol da rapala possui haste alongada e é ideal para auxiliar na remoção dos anzois que o peixe engole, sem causar ferimentos graves que possam resultar na morte do exemplar.
Traíra - equipamentos de pesca e iscas para pescar este peixe delicioso
Hoje vamos passar alguma dicas de como devemos nos comportar na pescaria da Traíra.
O bom pescador sabe para que possa realizar um pescaria de sucesso tem quem fazer um estudo minucioso do ambiente onde se encontra o peixe, profundidade do rio ou represa e principalmente a temperatura da água.A temperatura da água é essencial para sabermos como devemos manter a isca. Se a temperatura da água estiver quente use iscas de superfície para tal e iscas de meia água ou fundo para água fria ou dia com muito vento.
A traíra ê um peixe considerado nervoso, sendo assim cabe a nós pescadores usar iscas barulhentas (JumppingMinow, Hélice, Popper) ou iscas que produzam bastante vibração (Spinner, SpinnerBait, Rattlin) isso irá "irritá-la" e fazer com que ela ataque a sua isca.
Após lançar a isca na água venha recolhendo lentamente pois a traíra é um peixe relativamente lento, principalmente se a água estiver fria. De preferência arremesse a isca próximo a barrancos, galhadas, lugares mais sujos que é onde elas preferem ficar.
De repetidos arremessos nos lugares onde costumam ficar pois nem sempre costumam atacar no primeiro arremesso. Se por acaso tentou fisgá-la mais não foi feliz, imediatamente arremesse novamente no mesmo lugar, pois raramente ela vai embora.
Quando for pescar traíra é bom ir equipado com um bom alicate para segurar o peixe e retirá-lo do anzol. Ela é muito difícil de tirar com a mão e como tem dentes afiados sua mordida é forte e causa muita dor.
►Alimentação a base de peixes melhora o desempenho mental
►Americano pesca tubarão de 580 kg e bate record
►Ômega 3 - encontrado na gordura dos peixes pode combater epilepsia
Pesca ilegal em áreas de reserva pesqueira no MS da cadeia
A pesca de qualquer natureza é proibida permanentemente no rio Salobra, Córrego Azul, rio da Prata, rio Formoso e rio Nioaque. É proibida também a pesca em trechos 200 metros acima e abaixo de barragens, corredeiras, cachoeiras, escadas de peixes e embocaduras das baías. Em outros rios é permitida somente a modalidade pesque e solte, a saber: rio Negro, córrego Lageado, além de toda extensão dos rios Perdido, Abobral e Vermelho. A pesca ilegal constitui crime ambiental punível com pena de um a três anos de detenção ou multa, ou ambas as penas cumulativamente (Lei Federal 9.605/98): multa de R$ 700,00 a R$ 100 mil reais, mais R$ 20 por quilo do pescado irregular (decreto 6.514/2008), além de que o acusado é preso em flagrante, encaminhado à delegacia de Polícia Civil, podendo sair sob fiança, porém todo o material, produto de pesca e veículos podem ser apreendidos. Mais informações no site da Polícia Militar Ambiental (www.pma.ms.gov.br) e do Imasul (www.imasul.ms.gov.br). Fonte:Pantanal News
Licença de pesca é obrigatória nos rios do MS
Os pescadores amadores (turistas) que quiserem pescar nos rios do Estado não devem esquecer de tirar a licença de pesca. A autorização ambiental é individual, tem validade trimestral ou anual, é obrigatória para pesca embarcada ou desembarcada (em barrancos dos rios) e pode ser adquirida nas agências do Banco do Brasil, apresentando o CPF e RG, ou pelo site http://www.supema.ms.gov.br.
Os pescadores amadores, devidamente licenciados, devem obedecer à cota de pescado permitida no Estado, que é de 10 quilos, mais um exemplar de qualquer espécie e cinco exemplares de piranha
É proibida a utilização de rede, tarrafa, espinhel, cercado, covo, pari, fisga, gancho; garatéia pelo processo de lambada e substâncias explosivas ou tóxicas; equipamento sonoro, elétrico ou luminoso; nem anzol de galho.
Após a pescaria, o turista deve passar em um posto da Polícia Militar Ambiental (PMA) para preenchimento da guia de controle, que comprova a origem e permite o transporte do pescado em Mato Grosso do Sul e em outros estados. A licença e a guia de controle permitirão à PMA avaliar o controle da pesca e dos recursos naturais em todo o Estado, além de informar sobre o comportamento e os destinos dos turistas.
O que é passaguá?
O puçá ou passaguá é usado com a finalidade de embarcar o peixe. É normalmente confeccionado em alumínio com rede de em fios de náilon. Ideal para retirar iscas vivas do viveiro. Seu corpo é constituído de um cabo de tamanho variável e um aro na extremidade, onde se prende uma rede cônica em forma de coador.
É uma ferramenta muito segura para que o pescador não perca o peixe na hora de tirar da água. Os pescadores que usam iscas artificiais devem optar pelos modelos de passaguá que tenham rede em monofilamento. Ela evita que as garatéias se prendam aos fios. A principal desvantagem do passaguá ou puçá é que ele pode remover o muco protetor da epiderme dos peixes.
Caso queira pesar o peixe, coloque o alicate com balança preso ao passaguá com o peixe, depois desconte o peso do passaguá vazio. Desta forma podemos pesar o peixe sem machucá-lo.
Para os pescadores que praticam a pesca esportiva o ideal é não usar nenhum equipamento para retirar o peixe da água. De preferência a pegá-lo somente com as mãos uma vez que este peixe voltará para água. Nossa preocupação é não soltar um peixe machucado, com lesões que poderão atrair doênças ou até mesmo provocar a sua morte.
Como existem situações em que o pescador precisa usar o recurso de um equipamento, é melhor saber sobre os métodos tradicionais, suas vantagens e desvantagens. Usar um passaguá de malhas bem finas também protege a saúde do peixe.
Pescada (Cynoscion spp)
A pescada é um peixe de escamas muito apreciado na culinária brasileira e também considerado um peixe de extremo valor comercial.
Na costa brasileira é possível encontrar mais de 30 espécies de pescada. Pescada amarela Cynoscion acoupa que pode alcançar até 30kg e tem a cor amarela, pescada-olhuda de coloração prateada e olhos grandes, que alcança no máximo 50cm, verdadeira, cambucu, banana, pescadinha, maria-mole, foguete e goete ou boca-torta, pescada branca,, calafate e terezinha, são as mais comuns, entre as pescadas.
De carne excelente, dão um filé muito apreciado. Vivem em águas relativamente rasas, alimentando-se de pequenos peixes. Sua importância econômica é enorme, para os pescadores artesanais de Paraty a Bertioga. A corvina, "pescada de pobre", também dá bom filé.
Peixes de escamas. Entre as caracterfsticas mais interessantes desse grupo está a capacidade de produzir sons por músculos associados a bexiga natatária.
Formam cardumes nos poços e regiões profundas e se alimentam preferencialmente de crustáceos, como camarões, e de pequenos peixes. A pescada-amarela e a pescada-cambucu costumam entrar nos manguezais a procura de alimentos. A pescada-amarela é muito apreciada como alimento, sendo importante na pesca comercial.
Quase exclusivamente com iscas naturais de camarpo vivo e peixinhos como iscas artificiais podem ser plugs de meia água e jigs.
A maioria das espécies tem dentes afiados portanto trabalhar com material apropriado. Quando o local de pesca for mais profundo, as iscas artificiais devem ser trabalhadas junto ao fundo.
A carretilha ou o molinete deve comportar 100m de linha de 0,35mm de diâmetro. Pode-se utilizar um, dois ou três anzóis do tipo suzuki número 16 ou 18. Deve-se, ainda, utilizar um chumbo fixo, de modo que fique abaixo do anzol.
Como pescar traíra com isca artificial?
Como escolher a linha de pescar?
O verdadeiro sucesso de uma pescaria está na escolha certa da linha e sua manutenção. Este é o elo direto entre o peixe e o pescador. Mesmo tendo esta grande importância, é muito interessante saber que apenas nos últimos 50 anos é que passou a ser desenvolvida, com a produção de materiais sintéticos, como o náilon, poliamida e o poliester. Algumas características devem ser consideradas: a resistência e a memória.
A resistência da linha está diretamente ligado ao seu diâmetro. Entretanto, novos produtos são lançados diariamente no mercado com características de menor diâmetros e maior resistência.
Algumas linhas apresentam nas suas embalagens testes de laboratório, indicando os quilos ou libras de resistência. A memória da linha significa a capacidade de guardar efeitos de ações externas. Assim, uma linha terá grande memória se após algum tempo enrolada no molinete ou carretilha, tomam forma espiralada e/ou contorcida.
Um outro fator interessante é a elasticidade da linha, apresentando vantagens e desvantagens. A principal vantagem é a possibilidade de reação à fisgada do peixe, evitando o seu rompimento; a desvantagem está relacionada à durabilidade da linha, reduzindo sua vida útil. Desta forma, deve-se decidir adequadamente sobre o tipo, diâmetro e capacidade da linha de pesca. Deve-se ter informações precisas sobre o local, as espécies pretendidas, a modalidade e o equilíbrio da linha com o restante do equipamento (varas, molinete ou carretilha, iscas, chumbo, anzóis, etc.).
Tratando-se do uso das linhas convencionais para as diversas modalidades da pesca esportiva, temos no mercado uma infinidade de boas marcas. Na pesca de arremesso, a busca de se alcançar longas distâncias (canais), para lançamentos produtivos, além arrebentação, provocou uma revolução benéfica para os desportistas dos torneios ou competições.
Além das linhas convencionais, as importações trouxeram material (molinetes, varas, anzóis, linhas, etc.) e um campo excelente para o aprimoramento e busca de tecnologia mais atualizada, fazendo com que todo o segmento de material de pesca colocado à disposição dos pescadores fosse modernizado e acessível.
Caparari
Nome popular desse peixe Caparari, Cachara real, Cachara tigre, Surubim tigre, peixe de couro, corpo alongado e roliço, cabeça grande e achatada. Sua coloração é cinza escuro no dorso, clareando em direção ao ventre, sendo esbranquiçada abaixo da linha lateral.
Pode ser separada das outras espécies do gênero pelas manchas pretas irregulares, como de um tigre, que começam na região dorsal e se estendem até abaixo da linha lateral.
O caparari apresenta um estreitamento da cabeça, o que também o diferencia das outras espécies do gênero.
Espécie de grande porte, é a maior espécie do gênero, podendo alcançar mais de 1,30 metro de comprimento total.
Piscívoro, pode ser encontrado em vários habitats, como matas inundadas, lagos, canal dos rios e praias. Realiza migrações de desova rio acima durante a seca ou início das chuvas.
É capturado principalmente com iscas naturais de peixes. Iscas naturais podem ser sarapós, muçum, tuviras, lambaris, piaus, curimbatás e minhocuçu.
Iscas artificiais, como plugs de meia água e de fundo, principalmente em lagos, lagoas e nas praias, mas, nesse caso, as iscas devem ser trabalhadas bem próximas ao fundo.
Os cuidados ao manusear esse peixe devem ser redobrados por causa dos espinhos das nadadeiras peitorais e dorsal.
Equipamentos do tipo médio/pesado. Linhas de 17, 20, 25 a 30 libras. Anzóis de nº 6/0 a 10/0. Recomenda-se usar empate de aço, com pelo menos 20 cm.
A Jurupoca
Este peixe é conhecido como Jurupoca, jeripoca, jerupoca, braço de moça ou liro. Peixe de couro de água doce e pode ser encontrado nas Bacias Amazônica, Araguaia, Tocantis e do Prata.
Espécie carnívora, alimenta-se de peixes e invertebrados pertence a família dos Pimelodídeos, Siluróide.( Hemisorubin platyrynchos ). Sua coloração é marrom-amarelada e possui barbilhões como os bagres. Seu tamanho atinge até 70 cm e seu peso chega até 6kg.
O corpo castanho esverdeado podendo variar para o amarelado apresenta manchas pretas ovaladas e de tamanho diverso sobre a linha lateral, uma delas situada na base do lobo superior da nadadeira caudal. O ventre é branco e na cabeça pequena em relação ao corpo a boca com prognatismo acentuado (mandíbula maior que o maxilar superior) é voltada para cima e dotada de barbilhões sensoriais.
Como todos os demais bagres, gosta de ficar em poços não muito profundos, nas saídas de corixos, igarapés e lagoas. Vivem na boca de lagoas alimentando-se de pequenos peixes e invertebrados.
A jurupoca, cuja carne é de excelente sabor, pode ser pescada durante todo o ano, respeitando, naturalmente, o período de Piracema, época da reprodução dos peixes. Contudo, é mais fácil de ser fisgada quando o nível do rio estiver um pouco alto e com a coloração mais propícia para os peixes de couro.
Pequenos peixes vivos são os mais utilizados como iscas. Lambaris, tuviras pequenas, sauá, jeju ou pedaços de curimbatá tornam-se as principais vítimas, além do predileto Minhocuçu. É muito encontrada no Acre, Amazonas, Roraima, Rondônia, Pará, Amapá, Tocantis, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Minas Gerais.
Para pescar utiliza-se os seguintes equipamentos: Varas média, linhas de 17 ou 20Lb e anzóis 2 a 6/0.
Piraputanga
Corpo de coloração prateada, tendendo ao amarelo depois de retirado d'água,alongado e pouco comprimido lateralmente. Boca e dentes fortes, nadadeiras alaranjadas sendo a caudal vermelha com mancha preta sobre a linha lateral que vai da nadadeira adiposa até aos raios centrais da nadadeira caudal.
Um peixe encontrado facilmente na região do pantanal do Mato Grosso. A piraputanga é um peixe de escamas, corpo alongado e um pouco comprimido. Alcançam cerca de 50cm de comprimento total e em torno de 3 kg, acima desse peso são raros. Tradicionalmente, a piraputanga da bacia do Prata tem sido identificada como Brycon hilarii, mas esse nome aplica-se apenas a espécie do rio São Francisco.
As piraputangas alimentam-se de peixes, frutos e sementes. Vivem em locais de corredeiras e nos remansos, embaixo de árvores frutíferas e próximos as plantas aquáticas.
Pode-se usar iscas naturais, frutinhas e pequenos peixes que compõem a dieta destes peixes, e iscas artificiais, como spinners e pequenos plugs de meia dágua.
Varas leves ou médias/leve, de 6 a 12 libras e anzóis de haste longa nº 2, 1 ou 1/0.
Os melhores locais para pesca são as pequenas correntezas, perto de paus e árvores frutíferas e perto de plantas aquáticas.













