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Vídeo de pesca de carpa com mosca na Coréia

Este é um impressionante vídeo de pesca esportiva de carpa com mosca realizada na Coréia. A pesca com mosca possui um atrativo especial e apaixonante .


A pesca com mosca é historicamente um das formas mais antigas e primitiva de pesca. A função do pescador é fazer com que a isca caia na água da forma mais natural possível e que possa enganar os peixes mais desavisados. 

A maneira mais eficaz da pesca com mosca é imitar insetos que caem na superfície da água, como libélulas, gafanhotos, borboletas, formigas de asa etc.



   

Dicionário de pesca para o pescador amador e curioso

Hoje vamos citar aqui algumas nomenclaturas, ou seja, um pequeno dicionário de pesca. Muitas das palavras usadas são desconhecidas do público pescador que as vezes houve e não sabe o quer é.

Não basta saber pescar o importante é aprender aos poucos as nomenclaturas corretas para saber comprar os equipamentos para cada tipo de pesca. Cada variadade de peixe, características do rio e a maneira que se pretende pescar pode variar e muito os equipamentos que serão utilizados. 

Então vamos lá: 
Bater isca: arremessar as iscas nos pesqueiros;
Batida: investida do peixe à isca e/ou técnica usada para pesca de pacus com longas varas de bambu e iscas-coquinhos;
Carnivororo: peixe que se alimenta de carne, como sapos cobras ratos peixes e outros;
Cabeleira: quando solta a linha em torno do carretel da carretilha;
Casting: termo em inglês que significa arremesso. Também dá a capacidade de arremesso de uma vara em gramas ou onças;
Colher: iscas artificiais que possuem a forma de colheres sem o cabo (côncavas, convexas ou onduladas);
Estouro: quando o peixe bate a isca na flor da água;
Encaçapou: quando o pescador está com o peixe no passaguá (coador);
Equipamento ultra light: tralha muito leve;
Equipamento light: tralha leve;
Equipamento pesado: tralhas usadas para pegar grandes peixes de couro;
Fluorcarbono: matéria prima mais resistente à abrasão com menor elasticidade e maior transparência. É muito usada para confecção de leader;
Forquilha: situação em que o peixe está fisgado;
Galhada: lugar com muitos galhos;
Hook: anzol, em inglês;
Hook Keeper: acessório usado para prender o anzol na vara;
Jarda: medida de comprimento. Uma jarda eqüivale a 0,9144 metro;
Libras (lb): sistema de medida usado para designar a resistência das varas e linhas;
Levantar: quando o pescador insiste com isca de superfície até o peixe aparecer;
Malhar: cobrir o pesqueiro com inúmeros arremessos;
Mamando a isca: costuma-se dizer quando o peixe dá pequenos toques na isca sem morde-la;
Muvuco: local onde está o peixe (buraco no meio de galhadas);
Mosca: são todas as iscas artificiais fabricadas para o uso com equipamento de fly, atadas com materiais naturais ou sintéticos em torno do anzol simples, imitando insetos, larvas, vermes, pequenos peixes e animais; Minhoca: isca artificial que pretendem imitar minhocas e até répteis, fabricadas em silicone;
Onça (oz): sistema de medida usado para pesos das iscas ou designar a potência de arremesso;
Passaguá: coador;
Pesca de arremesso: típica de iscas artificiais. O pescador lança nos pontos promissores e recolhe dando movimento à isca;
Passar o pano: usar o passaguá;
Plug: isca artificial em formato de peixes, fabricada em materiais rígidos como madeira, acrílico, fibra e plásticos duros;
Rebojo: movimento do peixe na superfície;
Rio na caixa: quando as águas do  rio estão no leito;
Rodada: pescaria feita com o barco solto, sem estar apoitado;
Sonda: aparelho que ajuda a identificar estruturas debaixo d´água, o tipo de fundo e também mede a profundidade da água;
Spinner: iscas artificiais dotada de lâminas que giram quando tracionadas, algumas possuem trailer, plumagens ou materiais sintéticos;
Tomando linha: os pescadores costumam gritar com emoção quando o peixe arranca a linha do carretel em corridas violentas;
Tralha: todo material de pesca.

Pescadora de 85 anos pesca marlin negro de quase 400 kg

Londres (Inglaterra) - A australiana Connie Laurie, 85, nunca imaginou que um dia conseguiria pescar um marlin negro de 385,5 kg.

Mas o feito inédito aconteceu em uma tarde de pescaria, na última quarta-feira, perto de Cooktown, na Austrália.

Pescadores experientes ficaram surpresos com a capacidade da idosa para fisgar o peixe e, habilmente, transportá-lo para o barco.

"É algo que eu queria fazer toda a minha vida", revelou Laurie ao Daily Mail. 

Laurie, que estava de férias, voltou para a praia e foi recebida pelos moradores, que souberam de sua pescaria através de uma chamada feita pelo capitão do barco, através do rádio da embarcação.

Bob Lowe, presidente de um clube de pesca local, afirmou que a realização Laurie era "uma façanha incrível". "É muito incomum uma mulher dessa idade ser capaz de pegar um marlin desse tamanho", disse ele.


Pirarara - Um dos peixes mais coloridos da Amazônia

A pirarara é um peixe de couro, de grande porte.Conhecido como Pirarara (peixe arara, em Tupi-Guarani). Caracteriza-se pela cabeça enorme, fortemente ossificada, com uma placa óssea localizada antes da nadadeira dorsal.

Um dos peixes de couro mais coloridos da Amazônia. São encontrados nas Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins, onde vivem na confluência e nos poços dos rios abaixo das corredeiras protegidos pelas árvores e troncos ali deixados pela correnteza, alimentando-se de peixes, frutos e crustáceos.

Sua coloração é muito bonita, sendo o dorso castanho esverdeado, os flancos amarelados e o ventre esbranquiçado. As nadadeiras dorsal e caudal são alaranjadas. Pode chegar a mais de 1,50m de comprimento total e mais de 50kg.

Alimenta-se de peixes, frutos e caranguejos. Dizem que estes peixes podem atacar seres humanos.
A iscas utilizadas podem ser peixes inteiros ou pedaços, traíras, piaus, piranhas, até mesmo cabeças de piranhas.

Pode ser capturado na calha e na confluência dos rios, especialmente na época de seca. Prefira as áreas que não tenham muito enrosco para não correr o risco de perder o peixe.

Procure usar equipamentos varas de ação pesada, linhas de 40 a 80 lb, anzóis de 8/0 à 14/0, para não ter uma decepção o risco de perder o peixe, pois a pirarara tem fama de ser boa de briga.

Pescador entra em rio e pega pintado de 25 kg no braço

Pode até ser mais uma história de pescador, mas o comerciante Rivelino Martins, de 36 anos, diz que não. 

Pediu até ao companheiro de pesca para que registrasse com o celular o momento em que fisgava 'no braço' um pintado com mais de 25 quilos. “Tinha que provar que não era história de pescador. Ninguém ia acreditar que peguei o bicho na unha”, disse.


(Foto: Luciano Mochi/Arquivo pessoal)

Martins conta que aproveitava os últimos dias antes da piracema em Ivinhema, a 297 quilômetros de Campo Grande. 

Ele diz que o colega fisgou o peixe, mas teve dificuldade para tirá-lo da água. 

O comerciante aproveitou quando o pintado se enroscou em galhos caídos no rio e o conseguiu trazer o peixe usando as mãos.
G1

Festival de Pesca de Sorriso será realizado em setembro no Teles Pires

Em setembro, Sorriso sediará o “8º Festival de Pesca de Sorriso”, que na edição passada se consagrou como o maior Festival Estadual de Pesca Esportiva do Brasil, certificado conferido pelo RankBrasil (Livro dos Recordes). O evento acontecerá nos dias 17 e 18, na chácara Pedra Branca, as margens do Rio Teles Pires. 
 
Realizado pelo Rotary Club de Sorriso, em parceria com a Prefeitura Municipal de Sorriso, e apoio da Câmara de Vereadores e da Secretaria do Estado de Desenvolvimento do Turismo de Mato Grosso (SEDTUR), o evento integra a programação do 8º Campeonato Estadual de Pesca de Mato Grosso. Este ano, o Festival contará com uma novidade, a realização simultaneamente a 3ª etapa do Circuito MT de Vôlei de Areia. 

De acordo com os organizadores, a média diária de público esperado para o evento é de aproximadamente 15 mil pessoas e 200 equipes competidoras. Estes números garantirão o mesmo sucesso das edições anteriores quando, além do certificado do Livro do Recordes, o festival se tornou o maior Festival de Pesca Esportiva Amadora do Estado de Mato Grosso, de acordo com a SEDTUR, ficando atrás apenas do município de Cáceres que realiza o evento a nível internacional.

Além das atividades desportivas, dos shows com artistas locais e regionais e das exposições de trabalhos artesanais, outro item que atraem muitos a participar do Festival é a premiação, considerada umas das melhores do Estado. Neste ano, serão premiados até a 7ª colocação sendo: 

1º lugar – UM CARRO ZERO KM
2º lugar – UM MOTOR 15 HP
3º lugar – UM BARCO DE ALUMÍNIO
4º lugar – UM KIT DE PESCA
5º lugar – UM KIT DE PESCA
6º lugar – UM KIT BARRACA 
7º lugar – UM KIT BARRACA

Receita deliciosa de lambaris fritos com queijo derretido

Receita:
- ½ kg de lambaris limpos e escamados, gordura, Farinha de trigo, farinha de rosca , queijo ralado, sal, manteiga. 

Como Fazer:  Lave bem os lambaris. Salgue-os e passe-os na farinha. Frite-os na gordura quente até ficarem corados. Arrume-os num prato que possa ir ao forno. 

Polvilhe-os com o queijo ralado e a farinha de rôsca, Despeje por cima de tudo um pouco de manteiga derretida. Leve ao forno. Quando o queijo começar a derreter e a farinha de rosca ficar corada, o prato está pronto para ser servido.


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Americano bate recorde ao pescar peixe de quase 184 quilos

O norte-americano Mike Livingston quebrou o recorde mundial ao pescar um atum-amarelo (também conhecido como albacora-da-lage) de quase 184 quilos no golfo do México.


Segundo reportagem da emissora de TV "CBS 8". A marca ainda precisa ser ratificada pela Associação Internacional de Pesca Esportiva.






O atual recorde de 176,3 quilos foi estabelecido há mais de 30 anos, em 1977. 

Livingston disse que precisou de duas horas e 40 minutos para vencer a batalha contra o peixe e conseguir colocá-lo no barco. "Eu certamente não sou o melhor pescador, mas foi o meu dia", disse ele.

















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Campeonato de Pesca espera reunir 4 mil pessoas em Corumbá

Estão abertas as inscrições para o XIX Campeonato de Pesca Infantil. Programado para o próximo dia 23, o evento deve reunir 4 mil crianças entre 7 e 14 anos na Prainha do Porto Geral. A atividade faz parte do Festival Pantanal das Águas 2010, organizado pela TV Morena com apoio da Prefeitura de Corumbá.

A inscrição custa apenas R$ 1 e deve ser feita na Superintendência de Turismo, localizada na Rua XV de Novembro, 659. Só poderão se inscrever crianças acompanhadas pelos pais ou responsáveis e com a devida apresentação da Certidão de Nascimento ou Carteira de Identidade. No sábado (23) só será permitida a utilização de vara simples de mão, tipo "caniço", com anzol, linha e chumbada, podendo todo o material ser fiscalizado a qualquer momento pelos fiscais credenciados. 

Todos os inscritos deverão providenciar seus petrechos de pesca para sua participação no Campeonato. Será declarado vencedor quem capturar a maior quantidade de pescado, independente de tamanho e espécie, sendo que cada exemplar valerá 100 pontos. Todos os peixes devem ser devolvidos com vida ao rio Paraguai.

Ferramentas de Pesca: Removedor de anzol Rapala RHR-1C



Este acessório é fundamental para o pescador ter em sua caixa de ferramentas para acompanhar suas pescarias. 

Um acessório desenvolvido pela Rapala que facilita e ajuda muito o pescador na hora de remover o anzol ou a garatéia do peixe.

O removedor de anzol da rapala possui haste alongada e é ideal para auxiliar na remoção dos anzois que o peixe engole, sem causar ferimentos graves que possam resultar na morte do exemplar.

Na parte superior possui um amolador de garatéias e anzois. O produto é fabricado em aço inox que evita a corrosão da água salgada. Suas hastes são emborrachadas aumentando a aderência acompanha. O produto vai conpanhado de uma alça de segurança.

Traíra - equipamentos de pesca e iscas para pescar este peixe delicioso

Alicate pega peixe

Hoje vamos passar alguma dicas de como devemos nos comportar na pescaria da Traíra.

O bom pescador sabe para que possa realizar um pescaria de sucesso tem quem fazer um estudo minucioso do ambiente onde se encontra o peixe, profundidade do rio ou represa e principalmente a temperatura da água.A temperatura da água é essencial para sabermos como devemos manter a isca. Se a temperatura da água estiver quente use iscas de superfície para tal e iscas de meia água ou fundo para água fria ou dia com muito vento.

A traíra ê um peixe considerado nervoso, sendo assim cabe a nós pescadores usar iscas barulhentas (JumppingMinow, Hélice, Popper) ou iscas que produzam bastante vibração (Spinner, SpinnerBait, Rattlin) isso irá "irritá-la" e fazer com que ela ataque a sua isca.

Após lançar a isca na água venha recolhendo lentamente pois a traíra é um peixe relativamente lento, principalmente se a água estiver fria. De preferência arremesse a isca próximo a barrancos, galhadas, lugares mais sujos que é onde elas preferem ficar.

De repetidos arremessos nos lugares onde costumam ficar pois nem sempre costumam atacar no primeiro arremesso. Se por acaso tentou fisgá-la mais não foi feliz, imediatamente arremesse novamente no mesmo lugar, pois raramente ela vai embora.

Quando for pescar traíra é bom ir equipado com um bom alicate para segurar o peixe e retirá-lo do anzol. Ela é muito difícil de tirar com a mão e como tem dentes afiados sua mordida é forte e causa muita dor. Leia também:

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Pesca ilegal em áreas de reserva pesqueira no MS da cadeia

Isca Artificial Tucunaré

A pesca de qualquer natureza é proibida permanentemente no rio Salobra, Córrego Azul, rio da Prata, rio Formoso e rio Nioaque. É proibida também a pesca em trechos 200 metros acima e abaixo de barragens, corredeiras, cachoeiras, escadas de peixes e embocaduras das baías. Em outros rios é permitida somente a modalidade pesque e solte, a saber: rio Negro, córrego Lageado, além de toda extensão dos rios Perdido, Abobral e Vermelho. A pesca ilegal constitui crime ambiental punível com pena de um a três anos de detenção ou multa, ou ambas as penas cumulativamente (Lei Federal 9.605/98): multa de R$ 700,00 a R$ 100 mil reais, mais R$ 20 por quilo do pescado irregular (decreto 6.514/2008), além de que o acusado é preso em flagrante, encaminhado à delegacia de Polícia Civil, podendo sair sob fiança, porém todo o material, produto de pesca e veículos podem ser apreendidos. Mais informações no site da Polícia Militar Ambiental (www.pma.ms.gov.br) e do Imasul (www.imasul.ms.gov.br). Fonte:Pantanal News

Licença de pesca é obrigatória nos rios do MS

Os pescadores amadores (turistas) que quiserem pescar nos rios do Estado não devem esquecer de tirar a licença de pesca. A autorização ambiental é individual, tem validade trimestral ou anual, é obrigatória para pesca embarcada ou desembarcada (em barrancos dos rios) e pode ser adquirida nas agências do Banco do Brasil, apresentando o CPF e RG, ou pelo site http://www.supema.ms.gov.br.

Os pescadores amadores, devidamente licenciados, devem obedecer à cota de pescado permitida no Estado, que é de 10 quilos, mais um exemplar de qualquer espécie e cinco exemplares de piranha

É proibida a utilização de rede, tarrafa, espinhel, cercado, covo, pari, fisga, gancho; garatéia pelo processo de lambada e substâncias explosivas ou tóxicas; equipamento sonoro, elétrico ou luminoso; nem anzol de galho.

Após a pescaria, o turista deve passar em um posto da Polícia Militar Ambiental (PMA) para preenchimento da guia de controle, que comprova a origem e permite o transporte do pescado em Mato Grosso do Sul e em outros estados. A licença e a guia de controle permitirão à PMA avaliar o controle da pesca e dos recursos naturais em todo o Estado, além de informar sobre o comportamento e os destinos dos turistas.

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O que é passaguá?

O puçá ou passaguá é usado com a finalidade de embarcar o peixe. É normalmente confeccionado em alumínio com rede de em fios de náilon. Ideal para retirar iscas vivas do viveiro. Seu corpo é constituído de um cabo de tamanho variável e um aro na extremidade, onde se prende uma rede cônica em forma de coador.

É uma ferramenta muito segura para que o pescador não perca o peixe na hora de tirar da água. Os pescadores que usam iscas artificiais devem optar pelos modelos de passaguá que tenham rede em monofilamento. Ela evita que as garatéias se prendam aos fios. A principal desvantagem do passaguá ou puçá é que ele pode remover o muco protetor da epiderme dos peixes.

Caso queira pesar o peixe, coloque o alicate com balança preso ao passaguá com o peixe, depois desconte o peso do passaguá vazio. Desta forma podemos pesar o peixe sem machucá-lo.

Para os pescadores que praticam a pesca esportiva o ideal é não usar nenhum equipamento para retirar o peixe da água. De preferência a pegá-lo somente com as mãos uma vez que este peixe voltará para água. Nossa preocupação é não soltar um peixe machucado, com lesões que poderão atrair doênças ou até mesmo provocar a sua morte.

Como existem situações em que o pescador precisa usar o recurso de um equipamento, é melhor saber sobre os métodos tradicionais, suas vantagens e desvantagens. Usar um passaguá de malhas bem finas também protege a saúde do peixe.

Pescada (Cynoscion spp)

A pescada é um peixe de escamas muito apreciado na culinária brasileira e também considerado um peixe de extremo valor comercial.

Na costa brasileira é possível encontrar mais de 30 espécies de pescada. Pescada amarela Cynoscion acoupa que pode alcançar até 30kg e tem a cor amarela, pescada-olhuda de coloração prateada e olhos grandes, que alcança no máximo 50cm, verdadeira, cambucu, banana, pescadinha, maria-mole, foguete e goete ou boca-torta, pescada branca,, calafate e terezinha, são as mais comuns, entre as pescadas.

De carne excelente, dão um filé muito apreciado. Vivem em águas relativamente rasas, alimentando-se de pequenos peixes. Sua importância econômica é enorme, para os pescadores artesanais de Paraty a Bertioga. A corvina, "pescada de pobre", também dá bom filé.

Peixes de escamas. Entre as caracterfsticas mais interessantes desse grupo está a capacidade de produzir sons por músculos associados a bexiga natatária.

Formam cardumes nos poços e regiões profundas e se alimentam preferencialmente de crustáceos, como camarões, e de pequenos peixes. A pescada-amarela e a pescada-cambucu costumam entrar nos manguezais a procura de alimentos. A pescada-amarela é muito apreciada como alimento, sendo importante na pesca comercial.

Quase exclusivamente com iscas naturais de camarpo vivo e peixinhos como iscas artificiais podem ser plugs de meia água e jigs.

A maioria das espécies tem dentes afiados portanto trabalhar com material apropriado. Quando o local de pesca for mais profundo, as iscas artificiais devem ser trabalhadas junto ao fundo.

A carretilha ou o molinete deve comportar 100m de linha de 0,35mm de diâmetro. Pode-se utilizar um, dois ou três anzóis do tipo suzuki número 16 ou 18. Deve-se, ainda, utilizar um chumbo fixo, de modo que fique abaixo do anzol.

Como pescar traíra com isca artificial?


Quando for pescar traíra, verifique antes a temperatura da água. Use iscas de superfície para água quente e iscas de meia água ou fundo para água fria ou dia com muito vento.

Dê preferência a iscas barulhentas (JumppingMinow, Hélice, Popper) ou iscas que produzam bastante vibração (Spinner, SpinnerBait, Rattlin) – isso irá “irritá-la” e fazer com que ela ataque a sua isca.

Trabalhe a isca lentamente, pois a traíra é um peixe relativamente lento, principalmente se a água estiver fria.

No caso de usar iscas com um único anzol grande, tal como o SpinnerBait ou Colher, amasse a farpa do anzol, pois, devido à boca da traíra ser dura, o anzol acaba quase sempre fisgando na região do olho do peixe, de dentro para fora, por ser a parte mais mole de sua boca, e isso dificultará muito a retirada do anzol sem prejudicar ou até matar o peixe.

Evite acidentes, use alicates tanto para segurar o peixe tanto para retirar o anzol. A traíra é um peixe muito escorregadio, muito difícil de segurar com a mão e possui dentes afiados e mordida forte, o que provoca uma ferida com corte profundo e muito dolorido.

Como escolher a linha de pescar?

O verdadeiro sucesso de uma pescaria está na escolha certa da linha e sua manutenção. Este é o elo direto entre o peixe e o pescador. Mesmo tendo esta grande importância, é muito interessante saber que apenas nos últimos 50 anos é que passou a ser desenvolvida, com a produção de materiais sintéticos, como o náilon, poliamida e o poliester. Algumas características devem ser consideradas: a resistência e a memória.

A resistência da linha está diretamente ligado ao seu diâmetro. Entretanto, novos produtos são lançados diariamente no mercado com características de menor diâmetros e maior resistência.

Algumas linhas apresentam nas suas embalagens testes de laboratório, indicando os quilos ou libras de resistência. A memória da linha significa a capacidade de guardar efeitos de ações externas. Assim, uma linha terá grande memória se após algum tempo enrolada no molinete ou carretilha, tomam forma espiralada e/ou contorcida.

Um outro fator interessante é a elasticidade da linha, apresentando vantagens e desvantagens. A principal vantagem é a possibilidade de reação à fisgada do peixe, evitando o seu rompimento; a desvantagem está relacionada à durabilidade da linha, reduzindo sua vida útil. Desta forma, deve-se decidir adequadamente sobre o tipo, diâmetro e capacidade da linha de pesca. Deve-se ter informações precisas sobre o local, as espécies pretendidas, a modalidade e o equilíbrio da linha com o restante do equipamento (varas, molinete ou carretilha, iscas, chumbo, anzóis, etc.).

Tratando-se do uso das linhas convencionais para as diversas modalidades da pesca esportiva, temos no mercado uma infinidade de boas marcas. Na pesca de arremesso, a busca de se alcançar longas distâncias (canais), para lançamentos produtivos, além arrebentação, provocou uma revolução benéfica para os desportistas dos torneios ou competições.

Além das linhas convencionais, as importações trouxeram material (molinetes, varas, anzóis, linhas, etc.) e um campo excelente para o aprimoramento e busca de tecnologia mais atualizada, fazendo com que todo o segmento de material de pesca colocado à disposição dos pescadores fosse modernizado e acessível.

Caparari

Nome popular desse peixe Caparari, Cachara real, Cachara tigre, Surubim tigre, peixe de couro, corpo alongado e roliço, cabeça grande e achatada. Sua coloração é cinza escuro no dorso, clareando em direção ao ventre, sendo esbranquiçada abaixo da linha lateral.

Pode ser separada das outras espécies do gênero pelas manchas pretas irregulares, como de um tigre, que começam na região dorsal e se estendem até abaixo da linha lateral.

O caparari apresenta um estreitamento da cabeça, o que também o diferencia das outras espécies do gênero.

Espécie de grande porte, é a maior espécie do gênero, podendo alcançar mais de 1,30 metro de comprimento total.

Piscívoro, pode ser encontrado em vários habitats, como matas inundadas, lagos, canal dos rios e praias. Realiza migrações de desova rio acima durante a seca ou início das chuvas.

É capturado principalmente com iscas naturais de peixes. Iscas naturais podem ser sarapós, muçum, tuviras, lambaris, piaus, curimbatás e minhocuçu.

Iscas artificiais, como plugs de meia água e de fundo, principalmente em lagos, lagoas e nas praias, mas, nesse caso, as iscas devem ser trabalhadas bem próximas ao fundo.

Os cuidados ao manusear esse peixe devem ser redobrados por causa dos espinhos das nadadeiras peitorais e dorsal.

Equipamentos do tipo médio/pesado. Linhas de 17, 20, 25 a 30 libras. Anzóis de nº 6/0 a 10/0. Recomenda-se usar empate de aço, com pelo menos 20 cm.

A Jurupoca

Este peixe é conhecido como Jurupoca, jeripoca, jerupoca, braço de moça ou liro. Peixe de couro de água doce e pode ser encontrado nas Bacias Amazônica, Araguaia, Tocantis e do Prata. Espécie carnívora, alimenta-se de peixes e invertebrados pertence a família dos Pimelodídeos, Siluróide.( Hemisorubin platyrynchos ). Sua coloração é marrom-amarelada e possui barbilhões como os bagres. Seu tamanho atinge até 70 cm e seu peso chega até 6kg.

O corpo castanho esverdeado podendo variar para o amarelado apresenta manchas pretas ovaladas e de tamanho diverso sobre a linha lateral, uma delas situada na base do lobo superior da nadadeira caudal. O ventre é branco e na cabeça pequena em relação ao corpo a boca com prognatismo acentuado (mandíbula maior que o maxilar superior) é voltada para cima e dotada de barbilhões sensoriais.

Como todos os demais bagres, gosta de ficar em poços não muito profundos, nas saídas de corixos, igarapés e lagoas. Vivem na boca de lagoas alimentando-se de pequenos peixes e invertebrados.

A jurupoca, cuja carne é de excelente sabor, pode ser pescada durante todo o ano, respeitando, naturalmente, o período de Piracema, época da reprodução dos peixes. Contudo, é mais fácil de ser fisgada quando o nível do rio estiver um pouco alto e com a coloração mais propícia para os peixes de couro.

Pequenos peixes vivos são os mais utilizados como iscas. Lambaris, tuviras pequenas, sauá, jeju ou pedaços de curimbatá tornam-se as principais vítimas, além do predileto Minhocuçu. É muito encontrada no Acre, Amazonas, Roraima, Rondônia, Pará, Amapá, Tocantis, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Minas Gerais.

Para pescar utiliza-se os seguintes equipamentos: Varas média, linhas de 17 ou 20Lb e anzóis 2 a 6/0.

Piraputanga

Corpo de coloração prateada, tendendo ao amarelo depois de retirado d'água,alongado e pouco comprimido lateralmente. Boca e dentes fortes, nadadeiras alaranjadas sendo a caudal vermelha com mancha preta sobre a linha lateral que vai da nadadeira adiposa até aos raios centrais da nadadeira caudal.

Um peixe encontrado facilmente na região do pantanal do Mato Grosso. A piraputanga é um peixe de escamas, corpo alongado e um pouco comprimido. Alcançam cerca de 50cm de comprimento total e em torno de 3 kg, acima desse peso são raros. Tradicionalmente, a piraputanga da bacia do Prata tem sido identificada como Brycon hilarii, mas esse nome aplica-se apenas a espécie do rio São Francisco.

As piraputangas alimentam-se de peixes, frutos e sementes. Vivem em locais de corredeiras e nos remansos, embaixo de árvores frutíferas e próximos as plantas aquáticas.

Pode-se usar iscas naturais, frutinhas e pequenos peixes que compõem a dieta destes peixes, e iscas artificiais, como spinners e pequenos plugs de meia dágua.

Varas leves ou médias/leve, de 6 a 12 libras e anzóis de haste longa nº 2, 1 ou 1/0.

Os melhores locais para pesca são as pequenas correntezas, perto de paus e árvores frutíferas e perto de plantas aquáticas.