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Pescador entra em rio e pega pintado de 25 kg no braço

Pode até ser mais uma história de pescador, mas o comerciante Rivelino Martins, de 36 anos, diz que não. 

Pediu até ao companheiro de pesca para que registrasse com o celular o momento em que fisgava 'no braço' um pintado com mais de 25 quilos. “Tinha que provar que não era história de pescador. Ninguém ia acreditar que peguei o bicho na unha”, disse.


(Foto: Luciano Mochi/Arquivo pessoal)

Martins conta que aproveitava os últimos dias antes da piracema em Ivinhema, a 297 quilômetros de Campo Grande. 

Ele diz que o colega fisgou o peixe, mas teve dificuldade para tirá-lo da água. 

O comerciante aproveitou quando o pintado se enroscou em galhos caídos no rio e o conseguiu trazer o peixe usando as mãos.
G1

A Lagosta suas características e sua importância econômica para o país

A lagosta é um crustáceo com corpo robusto e revestido de uma carapaça espessa, cheia de espinhos, com cerdas duras no tórax. As fêmeas são menores que os machos, alcançando 25 cm de comprimento, enquanto que os machos podem ir a 36 cm ou mesmo 60 cm. As lagostas espinhosas, ou seja, da família Palinuridae, na sua maioria, são originárias da Austrália, Nova Zelândia, Cuba, Brasil, África do Sul, Estados Unidos e México. 
No Ceará existem duas espécies de lagostas economicamente importantes: a Panulirus argus, a lagosta vermelha, e a Panulirus laevicauda, lagosta de cabo verde. As fêmeas de lagostas Panulirus argus e Panulirus laevicauda em processo de reprodução possuem comprimento que pode ser maior que 15cm aproximadamente. As larvas de lagostas são conhecidas como filosomas, os quais, via de regra, habitam o oceano, onde completam onze estágios, dentro de um período de aproximadamente um ano.Ela se alimentam de animais mortos, mas caça toda espécie de crustáceos, devorando mesmo os da sua espécie. Além disso gosta muito de caramujos de concha calcária. A lagosta durante o dia permanece em seu abrigo (cavidade de rochas, corais ou emaranhados de algas), com o corpo oculto e antenas estendidas. À noite, sai em busca de alimento, retornando ao abrigo de manhã. Quando ameaçada, a lagosta dobra o abdomem, com a nadadeira caudal aberta em leque, ao mesmo tempo em que mantém as patas e antenas orientadas para a frente, facilitando assim um rápido deslocamento. A lagosta é um produto de exportação de grande importância para o Nordeste brasileiro. Há uma preocupação visível e constante com o decréscimo da produção lagosteira, razão pela qual se propõe o cultivo da lagosta de forma sustentável.

Esmeraldo em estado interessante

Esmeraldo vivia à cata de emprego. Situação braba. Filhos passando fome, comendo do pão que o diabo amassou. Mas não desistia. Entre uma canjebrina e outra recebia uma negativa de trabalho e ia em frente.

Até que um dia Esmeraldo faz concurso para merendeira na escola do Estado e é aprovado. Mesmo com os poucos conhecimentos que tinha. Só faltavam os exames médicos. Embora um pouco avariado, mal das pernas e meio perrengue, achava que conseguiria enganar o médico. Mas e os exames de laboratório? No Laboratório Cademicróbio deram-lhe uns vidrinhos para colocar as necessidades durante três dias seguidos.

Esmeraldo pensou... Pensou... Chamou a mulher:

- Ô muié, manda a Ritinha fazê as necessidade dela nos vidrinho!

Ela tá fortona, já é grandona e sem doença... Aí eu passo nos exame, né?

Assim falou, assim foi feito. Urina e fezes da Ritinha foram levadas para exames de laboratório como se fossem do Esmeraldo.

No dia da entrega dos resultados, todos os que tinham passado nos exames estavam lá. Satisfeitos. Cada um rindo mais arreganhado do que o outro. Esmeraldo, com um bafinho de cachaça, também foi. Agoniado, estranhando porque não chamavam logo seu nome . Foi aí que apareceu a enfermeira.

- Sô Esmeraldo, o dotô tá lhe chamano!

- Ahn?!... Ieu?... É pra já, dona moça!

Esmeraldo, bastante cismado da vida, carente, suando frio, fedendo bafo e com sovaqueira, entra na salinha do médico. Preocupação qui só. Olhando meio cabreiro e perguntativo pro médico, doido pra saber o motivo de ter sido o único honrado com o chamamento doutoral.

- Estou espantado, seu Esmeraldo! Muito espantado! Já fiz e refiz seus exames, com vários testes, e dá sempre a mesma coisa!...

- Já sei, sô dotô! Carece cerimonha não! Levei pau, né?

- Acho que sim, meu amigo. Pelo menos o senhor está grávido! Esmeraldo só teve tempo de levar as mãos à cabeça e exclamar antes do desmaio:

- Ai, meu Deus do céu!... Minha Ritinha!...

Obra publicada em: Tabui e Seus Causos por Eurico de Andrade.

Jacaré do papo amarelo

Tava o Toinzim e o Mirim pescando ali no pantame. Muriçoca era mato. Mutuca e porvinha também. O Mirim doido pra ir embora enquanto o Toinzim nem tium. Negócio dele era pescar uma trairona pra levar pra cidade e fazer inveja na turma. Por isso continuava distraído, só pensando no que faria quando chegasse à cidade. Aí Mirim resolveu provocar.

- Toinzim, jacaré comeu meu pé!

Distraído, fumando um pitinho de palha, o amigo apenas perguntou:

- Qualé dês, sô?

Como Mirim viu que a brincadeira não colou, resolveu apelar.

- E eu sei lá, Toinzim! Ce num vê que jacaré é a cara dum, fucinho do otro?! Tudo iguar?!!!

Texto do amigo Eurico de Andrade do excelente blog: Causos de Tabuí

A História do Museu da Pesca

A história do Museu de Pesca começa no século 18, quando o local foi estrategicamente escolhido para a instalação de um forte que cruzasse fogo com a Fortaleza da Barra, do outro lado do canal, afim de atuar na defesa de Santos e São Vicente.

O Forte Augusto, como foi chamado, pertencia ao Ministério da Marinha. No início, não passava de uma muralha de pedra armada com algumas peças de artilharia, e que foi totalmente destruído em 1894, com a Revolta da Armada. Somente em 1905 a Marinha termina de derrubar suas ruínas e lá constrói um prédio, inaugurado em 1908, para instalar a Escola de Aprendizes Marinheiros. Em 1931, a Marinha cede o prédio à Escola de Pesca, com o objetivo de profissionalizar a pesca na região.

Mais tarde, o prédio veio a abrigar o Instituto de Pesca, ligado ao Governo Estadual, responsável pela pesquisa e estudo da vida marinha.

O Museu de Pesca teve sua origem no antigo Gabinete de História Natural, que foi crescendo com o tempo e com o acúmulo de grande coleção de espécimes, como tubarões, arraias e outros peixes do Atlântico Sul. A incrementação do Museu de Pesca aconteceu em 1942, com a chegada de um enorme esqueleto de baleia de 23 metros, e que exigiu a derrubada das paredes de 3 salas do prédio para a sua instalação e exposição.

De 1987 a 1998, o prédio esteve fechado ao público para uma ampla reforma. Mas reabriu com uma nova disposição, salas para mostras itinerantes e temáticas e muitas novidades. De sua programação ainda constam cursos, transformando o Museu em um dos melhores meios de educação ambiental do litoral, que recebe atualmente uma média de 100 mil visitantes por ano.

O Museu de Pesca tem muitas atrações. Lá se pode encontrar espécies raras de tubarão, coleções de conchas, areias brasileiras, corais, aves marinhas, peças de arte caiçara e muito mais. Também há projeções de vídeos e palestras voltadas à vida marinha. Merecem destaque:

Ossada de Baleia Medindo 23 metros de comprimento e pesando 7 toneladas, esse esqueleto encontra-se suspenso no primeiro andar do edifício. Sua origem é de uma baleia que encalhou em Peruíbe, no ano de 1942. Um recorte no piso, com um enorme vidro, permite avistá-lo logo do andar térreo.

Sala dos Tubarões O destaque desta sala são os espécimes taxidermizados: o anequim, com cerca de 3 metros de comprimento (que encalhou em Santos no reveillon de 1998, próximo ao Canal 6) e o mangona de fundo (o segundo exemplar dessa espécie encontrado em todo o mundo). Também se poderá conhecer a anatomia de um tubarão na reprodução de um deles com as vísceras à mostra. A sala possui painéis exibindo desenhos e informações sobre a vida dos tubarões e sobre o lado econômico de sua captura (há cartilagens e sapatos feitos de couro de tubarão).

Vida Marinha Na sala da vida marinha, Inúmeras espécies de peixes que habitam rios e mares brasileiros, como a piranha e a tartaruga-marinha, que é mostrada por dentro, além de animais exóticos como o tucunaré, aves e pinguins, e do leão-marinho Macaé, que durante muito tempo encantou os visitantes do Aquário Municipal.

Coleção de Conchas e Areias - Ainda na sala da Vida Marinha, além da coleção de conchas, pode ser apreciada a coleção de areias de todo o Brasil, uma curiosidade que se encontra no Guiness Book. As areias ficam acondicionadas em vidrinhos que são expostos por região, mudando a cada temporada.

Sala Diorama Com a reprodução fiel dos ecossistemas do costão rochoso, do mangue e do fundo do mar. Utilizando resina, cola e outros materiais, artistas estão recriando o fundo do mar com suas conchas, caranguejos, estrelas-do-mar, não esquecendo de nenhum detalhe. A sala ainda está em obras e você poderá ver os artistas trabalhando. www.museudapesca.com.br/

A Pescaria do Senhor Izidoro Que Não Deixou Saudades

Estes dias estava conversando com um pescador muito simples, apesar de amador muito experiente na arte de pescar. Ele me contou algo que que me levou a escrever esta postagem, que serve de exemplo para pescadores profissionais e amadores.

Por diversas vezes ele ia pescar em um rio a uns cinco quilômetros de sua casa. Algumas vezes percorre este trajeto de bicicleta e outras vezes caminha a pé. Um certo dia se preparou para fazer uma pescaria pegou suas tralhas com duas varas de bambu, iscas, chumbadas, linhas etc.

Numa bela manhã de um sábado muito quente ele chegou na beira do rio e já foi se preparando para pescar e logo de cara pegou uma bela de uma traíra. Muito rapidamente o olhou para outra vara que já se escorregava por água adentro, conseguiu segura-lá a tempo. A briga estava boa mas não demorou muito para a traíra arrebentar a linha e escapar. Correu para suas tralhas para pegar outra anzol quando percebeu que não tinha levado outros anzóis. Continuou a pescar com muito cuidado e com medo de perder o equipamento, quando fisgou uma outra traíra que era das grandes. Seu Izidoro disse que ela chegou apontar a cabeça fora dágua, pesava mais de um kilo, deu uma rabanada e levou linha com anzól e quase o pescador.

Tinha tudo para ser uma pescaria promissora e que prometia muito, porém o esquecimento do material necessário para a pesca fez com que o Sr. Izidoro voltasse prá casa desiludido, por ter perdido uma das melhores pescarias de sua vida.

Portanto caros amigos pescadores antes de sair de casa observem bem suas tralhas para não caírem na mesma situação do Sr. Izidoro. É lamentável ter que ir embora sem peixes, com muita raiva e acima de tudo caminhar a pé cinco quilômetros de volta. O que explicar em casa ....

Garoto de 14 anos pesca peixe de 11 Kg no Parnaíba

O Tambaqui possuía quase 1 metro de comprimento. O garoto teve dificuldades para puxar a tarrafa. O Isaac Sousa Costa, 14 anos pescou na manhã deste sábado(29), numa lagoa próxima ao Rio Parnaíba, no bairro São Joaquim, zona Norte de Teresina, quando puxou a tarrafa e se deparou com um peixe Tambaqui, de 11 quilos e 80 centímetros de comprimento. O garoto que pesca por lazer, jogou a tarrafa para aproveitar o dia de folga da escola e a cheia da lagoa para realizar sua atividade preferida e se deparou com o grande peixe. Puxou a rede com dificuldade, mas Isaac não disfarçava a felicidade. Um peixe do tipo pescado por Isaac, tem peso médio de cinco quilos e cerca de 30 a 40 centímetros de comprimento. Os moradores da região acreditam que o peixe chegou até a lagoa, após escapar de um criatório das proximidades. Ainda na tarde de hoje, Isaac reuniu os amigos para fazerem um churrasco do seu peixe e contar a história. O avô de Isaac, Francisco Alves, tratou o peixe para o neto. Caroline Oliveira (com informações do repórter Simplício Júnior) carolineoliveira@cidadeverde.com www.cidadeverde.com

Peroba - A História do Brasil caminha junto com esta árvore

"Foto de uma Peroba Centenária no Parque Estadual de Vila Rica do Espírito Santo,em Fênix. Na foto Prof. Anézio um grande incentivador da conservação do meio ambiente." A Peroba é uma árvore genuinamente brasileira, se desenvolve lentamente,sua madeira é extremamente dura e chega a atingir até 30 metros de altura. Tem como caraterística o tronco ereto, o que a torna muito cobiçada pelas madereiras. É nativa da floresta clímax, mas que também pode ser encontrada em formações vegetais abertas.A peroba fornece madeira de cor rosa, embora conste outro tipo de tonalidade alaranjado,mais densa. Sua madeira é muito solicitada nas construções de embarcações marítimas por ser altamente resistente. Tem folhas elípticas, as flores são esbranquiçadas ou esverdeadas. Já foi muito encontrada nos estados da Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rondônia. Porém hoje a mesma encontra-se em extinção e é protegida por lei. Uma árvore para estar em condições de corte demora aproximadamente 50 anos. Seu desenvolvimento é muito lento e em condições ideais seu crescimento médio anual gira em torno de 50 centímetros de altura nas primeiras duas décadas. Na recente visita que fizemos ao Parque Estadual de Vila Rica do Espirito Santo, situado em Fênix no Paraná, tivemos a grata satisfação de vislumbrar muitas destas espécies. Quem ama a natureza e luta pela preservação destas espécies raras jamais passa perto de uma árvore desta sem se emocionar. Funciona como um túnel do tempo,ela nos leva a tempos passados e retornamos a vida dos antepassados. Vem em nossa memória que às sombras destas árvores pode ter passado muitos índios tupis-guaranis que viviam em Vila Rica por volta de 1632. Por ali passaram e viveram os Espanhois que fundaram Vila Rica, Jesuitas que catequisaram os índigenas, finalmente os Bandeirantes que por este trecho travaram muitas batalhas e acabaram por dizimar os indígenas e destruiram Vila Rica. Gostou do assunto assine ► e receba notícias atualizadas. Outras notícias relacionadas click aqui ► Click aqui ►0 comentários e deixe sua opinião.

Parque Estadual de Vila Rica - Fênix-Paraná

"Urna onde eram enterrados os restos mortais, conforme constumes dos índigenas tupi-guarani.Estes materias até hoje são encontrados na região onde são feitas as escavações na barranca do rio Ivai, onde estão soterradas a extinta Vila Rica." No domingo 16.02.07 fui visitar o Parque Estadual de Vila Rica do Espírito Santo situado em Fênix-PR. Um belíssimo Parque que foi tombado pelo Patrimônio histórico em 1948 pela lei estadual nº33. Em 1965 a área foi declarada Reserva Florestal Estadual e foi transformada em Parque pelo Decreto Estadual nº 6.125 de 16 de fevereiro de 1983, sendo denominada atualmente de Vila Rica do Espírito Santo. O Museu Paranaense vem desenvolvendo pequisas, levantamentos históricos, escavações arqueológicas desde 1954, sempre buscando identificar novos sítios arqueológicos. O Parque Nacional de Vila Rica tem 353,68 ha. de floresta tropical, muito rara em toda a região. Além da beleza da floresta, dos animais e plantas encontrados nas trilhas o parque oferece aos seus visitantes museu com achados arqueológicos,centro de visitantes, lagos,quiosques etc. No museu encontra-se espécies e coleções de fragmentos de cerâmica dos índios tupi- guarani que ali viviam. Em 1632 Vila Rica foi atacada e destruída pelos Bandeirantes e sua re-descoberta acontece 140 anos depois por uma patrulha militar que por ali passavam. Vila Rica foi a terceira comunidade fundada por espanhóis no oeste do Estado e recebeu este nome porque os espanhóis confundiam os cristais de rochas (ágatas), comuns na região, com pedras preciosas. Ali os índios foram pacificados e catequizados pelos jesuítas espanhóis, viviam do cultivo de alimentos e da extração da erva mate, até serem dizimados pelos bandeirantes. A região foi tão movimentada que até hoje é possível encontrar fragmentos e até objetos indígenas inteiros nas plantações e margens dos córregos na região. Como foi o caso da urna funerária encontrada há 15 anos com o esqueleto, incluindo os dentes de ouro do falecido. Hoje a urna encontra-se exposta no museu do parque, junto com outros objetos da redução que ocupava uma área urbana de 300 mil metros quadrados.

Eu sambei na pesca do Lambari

Neste período de carnaval me juntei com os irmãos Anezio e Lucas e fomos sambar em outra avenida. Certamente não é aquela avenida cheia de mulheres bonitas com pouca roupa e carros alegóricos maravilhosos deixando os gringos de boca aberta. Desta vez fomos vislumbrar o samba do Lambari, a perfeição deste que é um dos peixes mais esportivos de nossas águas. O cardume era tão grande que a briga pelo alimento fazia com eles saltassem como se fosse um balé fora d'agua. O reflexo do sol sobre as águas e os lambaris, deixava um rastro colorido que mais parecia um arco-iris que fazia lembrar as plumas e paetes das mulatas e das baianas do carnaval. Se na avenida as mulatas e as baianas sambam prá gente, lá na beira do rio eu tive sambar prá comissão de frente e a bateria dos lambaris. - O lambari é considerado um peixe esportivo pela sua rapidez e pela coreografia que faz dentro d'agua. Sua perfomance em rítmo de samba e seus movimentos coordenados exige muita esperteza por parte do pescador para capturá-lo. - O quesito evolução certamente foi o ponto alto da pescaria. Pelas águas límpidas se observava muito o entrosamento dos peixes, os movimentos da dança harmoniosos, a vibração, a agilidade e muita elegância produziam uma beleza indiscritível na passarela das águas. - No julgamento da pesca reuniu os senhores jurados e no somatório das notas os lambaris ficaram com uma média 10 e os pescadores com uma média 5. Se fosse registrado as fisgadas em vão na grande maioria se ouvia o seguinte... uauuu.. guase...veio até na flor d'agua....bichinho ligeiro...caramba, são muito esperto...etc. isto que faz a pescaria do lambari ser considerada uma das melhores. Depois de centenas de fisgadas, pude trazer prá casa algumas dezenas de lambaris. Neste carnaval foi o dia que o peixe definitivamente deu um show, mas prometemos voltar na próxima oportunidade.

Personalidade garante que já viu Disco Voador

Sérgio Reis: "Estava pescando com duas pessoas no litoral paulista quando vi uma bola de luz branca e amarelada riscando o céu numa velocidade absurda, muito maior do que a de um Boeing. Ficou cruzando de um lado para outro a linha do horizonte durante horas, até que subiu em segundos. A velocidade era umas 100 vezes maior do que a de uma estrela cadente", conta o cantor. Esta história de disco voador veio a tona novamente nos últimos dias. segundo os Ufólogos existem muitos relatos de pessoas importantes que já viram.Estão pressionando o governo que abra a sua "mala preta", e definitivamente traga todas as informações e relatos vivídos por civís e militares da aéronaltica que viveram experiência com os Ufos, ou objetos não identificados. Acima relatamos este caso porque foi a de um artista renomado que vivenciou este momento durante uma noite de pescaria. Acredite quem quiser.....

Pescando Matrinxãs em Lucas do Rio Verde

A matrinxã é um peixe encontrado com certa facilidade nas águas amazónica. Gostam de frequentar as corredeiras dos rios onde capturam suas presas com certa facilidade. Eu diria com certeza que a mantrixã é um dos peixes mais esportivos pela voracidade com que ataca suas presas e iscas. Nunca vou esquecer uma aventura em Lucas do Rio Verde no mato Grosso onde fomos pescar no conhecido Rio Verde. Um rio estreito considerado estreito pela sua profundidade. Em algumas regiões, chega atingir, segundo moradores locais acima de 30 metros. As margens do rio ainda se preserva muito uma planta nativa da região chamada buriti, esses frutos maduros caem na água e serve de alimentos para os peixes, matrinxã, pacu e tucunaré. - Estávamos descendo o rio de barco eu meu irmão Anézio, meu primo Paulo, devidamente equipados para pesca com coletes salva-vidas, molinete, iscas artificiais etc. Descemos pelo meio do rio e íamos arremessando sentido ao barranco debaixo dos pés de buriti, tomando as devidas precauções com o enrosco. Com o o barco descendo na correnteza se o anzol enroscar existe o perigo do mesmo se soltar bruscamente vindo atingir o pescador. - Arremessei debaixo das árvores frutíferas, trabalhando os plugs com pequenos toques para provocar o ataque do peixe. - O Paulo arremessou quase no mesmo instante mais perto do barranco. A matrinxã não se rogou e com toda força atacou. Não deu outra, estava pego. Que maravilha de peixe brigador, provocando fortes corridas e saltos ornamentais fora dàgua. Fomos conseguir parar o barco e retirá-lo a dois mil metros rio abaixo num grande remanso acima de uma pequena ilha. Foram seis kilos de pura emoção e com certeza uma pesca inesquecível. Fisgamos vários exemplares um pouco menores, mas tivemos a certeza que a matrinxã é sem dúvida um dos melhores peixe para quem gosta de pesca esportiva. Depois da pesca saboreamos várias receitas locais, afinal pescador também come.

Uma Corrida Desigual - Rio x Poluição

Sabe de uma coisa que descobri? Os rios me fascinam, eles são belos, suas águas claras ou escuras carregam por muitos quilômetros os mistérios da natureza. Quando observo as águas, fico imaginando por onde ela passou, o que viveu, e o que viu? E se tivesse olhos o que ela diria do que viu? Provavelmente passou por lugares calmos, com pouca profundidade tornando o rio mais largo. Em outras ocasiões enfrentaram lugares estreitos, mais fundos, desmoronamentos de terras, árvores, pouca preservação a sua volta. Isto é uma situação muito dolorosa, dando a mesma uma coloração mais escura e que contribui para sua morte. A se ela pudesse escolher os caminhos por onde deslizar. Que legal aquela cachoeira entre a matas lá em cima do morro onde o acesso ao ser humano é mais difícil. Lá ela segue limpa, brincando com as pedras maravilhosas e lisas de tanto as massagear. Ela vai flutuando pelo seu curso e ao longo do caminho vai ouvindo o cantar dos pássaros, o uivo do animais, o belo pouso da borboleta colorida nas flores, o passeio do beija flor etc. Depois de tantas alegrias ela percebe que está chegando perto de umas fábricas que certamente não respeitam o próximo, não se preocupa com a natureza. As fábricas e as as indústrias soltam para seguir o mesmo trajeto que as águas, materiais altamente poluentes. É uma luta desigual e injusta de pessoas gananciosas por bens materiais. Torna-se uma corrida de longa distância entre a água limpa que representa vida e a água suja com material impróprio e indesejável. Quem ganha a medalha da injustiça são os poluidores e os capitalistas estúpidos deste planeta. Chega ao fim o trajeto da água que nasceu límpida e cristalina e uma pequena vazão lá no alto da montanha. Percorreu lugares maravilhosos na altivez de sua vida e depois de muitas andanças, cansado e muito doente vai desaguar triste e sonolento em algum lugar dos mares da vida.

A saudade bate no peito e chora

Não tem nada melhor que no fim de semana combinar uma pelada com os amigos regado de uma cervejinha uma pescaria, um jogo de baralho. Assim que nós crescemos e passamos nossa infância e continuamos até os dias de hoje, se confraternizando com amigos. O futebol era jogado e discutido durante toda a semana. Ai que saudades dos tempos que se foram... no domingo logo de manhã vestia calça e camisa feito pelas mãos cansadas de minha adorável mãe em sua surrada Vigorelli. Em seguida o compromisso matinal era a santa missa na pequena igrejinha de São Sebastião. Depois de saborear o almoço geralmente um franguinho caipira com macarronada, íamos beirar os campos de futebol para jogar uma pelada. Ai que saudades desse passado, do futebol das pescarias no riozinho perto de casa, água limpa e sem poluição, pesca de peneira, quantos lambarís, bagres... eta tempos bons... quantos amigos que se perderam no tempo... um homem não vive sem amigos... por isso tento preservar os que tenho.