Hoje vamos citar aqui algumas nomenclaturas, ou seja, um pequeno dicionário de pesca. Muitas das palavras usadas são desconhecidas do público pescador que as vezes houve e não sabe o quer é.
Não basta saber pescar o importante é aprender aos poucos as nomenclaturas corretas para saber comprar os equipamentos para cada tipo de pesca. Cada variadade de peixe, características do rio e a maneira que se pretende pescar pode variar e muito os equipamentos que serão utilizados.
Então vamos lá:
Bater isca: arremessar as iscas nos pesqueiros;
Batida: investida do peixe à isca e/ou técnica usada para pesca de pacus com longas varas de bambu e iscas-coquinhos;
Carnivororo: peixe que se alimenta de carne, como sapos cobras ratos peixes e outros;
Cabeleira: quando solta a linha em torno do carretel da carretilha;
Casting: termo em inglês que significa arremesso. Também dá a capacidade de arremesso de uma vara em gramas ou onças;
Colher: iscas artificiais que possuem a forma de colheres sem o cabo (côncavas, convexas ou onduladas);
Estouro: quando o peixe bate a isca na flor da água;
Encaçapou: quando o pescador está com o peixe no passaguá (coador);
Equipamento ultra light: tralha muito leve;
Equipamento light: tralha leve;
Equipamento pesado: tralhas usadas para pegar grandes peixes de couro;
Fluorcarbono: matéria prima mais resistente à abrasão com menor elasticidade e maior transparência. É muito usada para confecção de leader;
Forquilha: situação em que o peixe está fisgado;
Galhada: lugar com muitos galhos;
Hook: anzol, em inglês;
Hook Keeper: acessório usado para prender o anzol na vara;
Jarda: medida de comprimento. Uma jarda eqüivale a 0,9144 metro;
Libras (lb): sistema de medida usado para designar a resistência das varas e linhas;
Levantar: quando o pescador insiste com isca de superfície até o peixe aparecer;
Malhar: cobrir o pesqueiro com inúmeros arremessos;
Mamando a isca: costuma-se dizer quando o peixe dá pequenos toques na isca sem morde-la;
Muvuco: local onde está o peixe (buraco no meio de galhadas);
Mosca: são todas as iscas artificiais fabricadas para o uso com equipamento de fly, atadas com materiais naturais ou sintéticos em torno do anzol simples, imitando insetos, larvas, vermes, pequenos peixes e animais; Minhoca: isca artificial que pretendem imitar minhocas e até répteis, fabricadas em silicone;
Onça (oz): sistema de medida usado para pesos das iscas ou designar a potência de arremesso;
Passaguá: coador;
Pesca de arremesso: típica de iscas artificiais. O pescador lança nos pontos promissores e recolhe dando movimento à isca;
Passar o pano: usar o passaguá;
Plug: isca artificial em formato de peixes, fabricada em materiais rígidos como madeira, acrílico, fibra e plásticos duros;
Rebojo: movimento do peixe na superfície;
Rio na caixa: quando as águas do rio estão no leito;
Rodada: pescaria feita com o barco solto, sem estar apoitado;
Sonda: aparelho que ajuda a identificar estruturas debaixo d´água, o tipo de fundo e também mede a profundidade da água;
Spinner: iscas artificiais dotada de lâminas que giram quando tracionadas, algumas possuem trailer, plumagens ou materiais sintéticos;
Tomando linha: os pescadores costumam gritar com emoção quando o peixe arranca a linha do carretel em corridas violentas;
Tralha: todo material de pesca.
Peixe usa bigode para esfregar em órgãos genitais das fêmeas
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Os peixes molly mexicano machos, como o próprio nome diz são encontrados no México e usam um bigode que faz com que pareçam mais sexy para as fêmeas.
Os cientistas ainda estão em fase de estudo para saber o motivo que estes peixes do sexo masculino mollies mexicana usam este bigode um tanto extravagantes em seus lábio superior.
Estudos revelam que os peixes fêmeas acham o bigode sexualmente atraente, e é provável que seja uma característica para uso sexual do peixe.
Além de ser visualmente atraente, o bigode pode ser usado para esfregar os órgãos genitais do peixe fêmea.
Detalhes foram publicados na revista Behavioral Ecology and Sociobiology. Como o próprio nome sugere o mollies mexicana ( Poecilia sphenops )é uma espécie bastante comum que reside em uma variedade de habitats de rios pequenos riachos e lagos.
O peixe tem um comportamento de acasalamento complicado, com os machos fertilizando as fêmeas internamente, em vez de espalhar esperma sobre os ovos externamente colocado.
A equipe de pesquisa, vem realizando uma série de experimentos, colocando os peixes machos e fêmeas em tanques, medindo quanto tempo as fêmeas passaram na companhia dos machos ostentando bigodes de vários comprimentos, ou mesmo nenhum.
Embora os cientistas não tenha testado a capacidade de atração visual do bigode, suspeita-se fortemente que também tem uma função tátil.
"Isso é baseado na observação geral de que os machos vão tocar na região genital da fêmea com a sua boca antes do acasalamento".
Este comportamento é conhecido como 'beliscar' e está sendo investigado por cientistas.
Eles trabalham com a hipótese de que as fêmeas possam adquirir informações sobre os machos dessa forma.
Em suma, esfregando seu bigode contra órgãos genitais de uma fêmea pode ser um caminho para um macho molly mexicano fazer propaganda de sua atratividade.
Pescadora de 85 anos pesca marlin negro de quase 400 kg
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Londres (Inglaterra) - A australiana Connie Laurie, 85, nunca imaginou que um dia conseguiria pescar um marlin negro de 385,5 kg.
Mas o feito inédito aconteceu em uma tarde de pescaria, na última quarta-feira, perto de Cooktown, na Austrália.
Pescadores experientes ficaram surpresos com a capacidade da idosa para fisgar o peixe e, habilmente, transportá-lo para o barco.
"É algo que eu queria fazer toda a minha vida", revelou Laurie ao Daily Mail.
Laurie, que estava de férias, voltou para a praia e foi recebida pelos moradores, que souberam de sua pescaria através de uma chamada feita pelo capitão do barco, através do rádio da embarcação.
Bob Lowe, presidente de um clube de pesca local, afirmou que a realização Laurie era "uma façanha incrível".
"É muito incomum uma mulher dessa idade ser capaz de pegar um marlin desse tamanho", disse ele.
Pirarara - Um dos peixes mais coloridos da Amazônia
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A pirarara é um peixe de couro, de grande porte.Conhecido como Pirarara (peixe arara, em Tupi-Guarani). Caracteriza-se pela cabeça enorme, fortemente ossificada, com uma placa óssea localizada antes da nadadeira dorsal.
Um dos peixes de couro mais coloridos da Amazônia. São encontrados nas Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins, onde vivem na confluência e nos poços dos rios abaixo das corredeiras protegidos pelas árvores e troncos ali deixados pela correnteza, alimentando-se de peixes, frutos e crustáceos.
Sua coloração é muito bonita, sendo o dorso castanho esverdeado, os flancos amarelados e o ventre esbranquiçado. As nadadeiras dorsal e caudal são alaranjadas. Pode chegar a mais de 1,50m de comprimento total e mais de 50kg.
Alimenta-se de peixes, frutos e caranguejos. Dizem que estes peixes podem atacar seres humanos.
A iscas utilizadas podem ser peixes inteiros ou pedaços, traíras, piaus, piranhas, até mesmo cabeças de piranhas.
Pode ser capturado na calha e na confluência dos rios, especialmente na época de seca. Prefira as áreas que não tenham muito enrosco para não correr o risco de perder o peixe.
Procure usar equipamentos varas de ação pesada, linhas de 40 a 80 lb, anzóis de 8/0 à 14/0, para não ter uma decepção o risco de perder o peixe, pois a pirarara tem fama de ser boa de briga.
Pescador entra em rio e pega pintado de 25 kg no braço
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Pode até ser mais uma história de pescador, mas o comerciante Rivelino Martins, de 36 anos, diz que não.
Pediu até ao companheiro de pesca para que registrasse com o celular o momento em que fisgava 'no braço' um pintado com mais de 25 quilos. “Tinha que provar que não era história de pescador. Ninguém ia acreditar que peguei o bicho na unha”, disse.

(Foto: Luciano Mochi/Arquivo pessoal)
Martins conta que aproveitava os últimos dias antes da piracema em Ivinhema, a 297 quilômetros de Campo Grande.
Ele diz que o colega fisgou o peixe, mas teve dificuldade para tirá-lo da água.
O comerciante aproveitou quando o pintado se enroscou em galhos caídos no rio e o conseguiu trazer o peixe usando as mãos.
G1
Peixe Mandubé ou Palmito pode ser encontrado na Bacia Amazônica
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O peixe mandubé é também conhecido como palmito ou fidalgo, chega a medir 50 cm de comprimento e pesar em torno de 2,5 a 3 kg.
Tem corpo alongado de dorso azul escuro e coloração amarelada clareando em direção ao ventre. Cabeça larga e achatada com olhos laterais, boca com maxilar superior proeminente e pequena abertura branquial como é comum à espécie. Apresenta forte aguilhão na nadadeira dorsal. Pode ser econtrado na Bacia Amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata, onde vivem ao longo do rios, remansos e corredeiras. Como a maioria dos bagres, freqüentemente habita o fundo dos leitos de rios de médio e grande porte com águas escuras e barrentas. São carnívoros vorazes e, em sua dieta, estão peixes menores, camarões de água doce, pequenos anfíbios e, ocasionalmente, insetos.
O palmito recebe esse nome pela maciez e o sabor que sua carne apresenta, muito diferenciada em relação a outras espécies de couro. A espécie, de carne bastante saborosa, pode ser capturada durante o ano inteiro e tem o tamanho mínimo para o abate limitado em 35 cm.
O melhor equipamento para se pescar o mandubé são com varas leves, linhas 17 a 20Lb e anzóis nº 2 a 8. Usa-se iscas de pedaços de peixe, pitus, minhocas, insetos. tuviras e os minhocoçus.
=
Festival de Pesca de Sorriso será realizado em setembro no Teles Pires
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Em setembro, Sorriso sediará o “8º Festival de Pesca de Sorriso”, que na edição passada se consagrou como o maior Festival Estadual de Pesca Esportiva do Brasil, certificado conferido pelo RankBrasil (Livro dos Recordes). O evento acontecerá nos dias 17 e 18, na chácara Pedra Branca, as margens do Rio Teles Pires.
Realizado pelo Rotary Club de Sorriso, em parceria com a Prefeitura Municipal de Sorriso, e apoio da Câmara de Vereadores e da Secretaria do Estado de Desenvolvimento do Turismo de Mato Grosso (SEDTUR), o evento integra a programação do 8º Campeonato Estadual de Pesca de Mato Grosso. Este ano, o Festival contará com uma novidade, a realização simultaneamente a 3ª etapa do Circuito MT de Vôlei de Areia.
De acordo com os organizadores, a média diária de público esperado para o evento é de aproximadamente 15 mil pessoas e 200 equipes competidoras. Estes números garantirão o mesmo sucesso das edições anteriores quando, além do certificado do Livro do Recordes, o festival se tornou o maior Festival de Pesca Esportiva Amadora do Estado de Mato Grosso, de acordo com a SEDTUR, ficando atrás apenas do município de Cáceres que realiza o evento a nível internacional.
Além das atividades desportivas, dos shows com artistas locais e regionais e das exposições de trabalhos artesanais, outro item que atraem muitos a participar do Festival é a premiação, considerada umas das melhores do Estado. Neste ano, serão premiados até a 7ª colocação sendo:
1º lugar – UM CARRO ZERO KM
2º lugar – UM MOTOR 15 HP
3º lugar – UM BARCO DE ALUMÍNIO
4º lugar – UM KIT DE PESCA
5º lugar – UM KIT DE PESCA
6º lugar – UM KIT BARRACA
7º lugar – UM KIT BARRACA
Receita deliciosa de lambaris fritos com queijo derretido
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Receita:
- ½ kg de lambaris limpos
e escamados, gordura, Farinha de trigo, farinha
de rosca , queijo ralado,
sal, manteiga.
Como Fazer: Lave bem os lambaris. Salgue-os e passe-os na farinha. Frite-os na
gordura quente até ficarem corados. Arrume-os num prato que possa
ir ao forno.
Polvilhe-os com o queijo ralado e a farinha de rôsca,
Despeje por cima de tudo um pouco de manteiga derretida. Leve ao
forno. Quando o queijo começar a derreter e a farinha de rosca ficar
corada, o prato está pronto para ser servido.
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